domingo, 19 de julho de 2009

O iPod shuffle ficou ainda menor... e agora fala!















O iPod shuffle já se consagrou como o tocador de música mais indicado para quem curte ouvir um som na academia ou na hora da corrida. Agora o caçulinha da Apple passou por um belo regime de emagrecimento e ganhou funções inteligentes. É possível controlar sua playlist sem encostar um dedo no player – basta pressionar os botões do fone para trocar de faixa, mexer no volume e até chamar uma locutora, que diz qual faixa está tocando.

Para ficar pequeno assim, o shuffle perdeu aqueles controles em forma de círculo na carcaça. O corpo do player é o mais simples possível, com um clipe para prender o aparelho na roupa, um conector P2, no qual se encaixa o fone de ouvido, e um seletor com três posições. Ele apenas liga o aparelho e seleciona o modo de reprodução, que pode ser contínuo ou aleatório.

Todas as demais funções estão no fone, que exige um manual de instruções e boa memória de quem usa o tocador. Anote os comandos aí: com um clique, o botão central pausa a reprodução. Com dois, ele avança uma faixa, e com três, retrocede. O problema é a localização do controle. Se ele ficasse mais embaixo, exatamente na junção dos fios, seria mais fácil para o usuário enxergar o que está apertando.

Mantendo a tecla pressionada, aparece o recurso mais legal – o VoiceOver entra em ação e fala o nome da música. Além de interessante, a funcionalidade é necessária, pois não há um display mostrando informações sobre a faixa. Nos testes realizados pelo INFOLAB, tudo funcionou bem. Na maioria das vezes, o sotaque foi claro, nas músicas em inglês e também nas brasileiras. Mas, neste caso, a locutora falou em português de Portugal.

Ache uma música em mil
O maior problema do iPod shuffle é a navegação pelas faixas. Segundo a própria Apple, os 4 GB do player podem receber cerca de mil músicas (considerando canções de quatro minutos no formato AAC, comprimidas em 128 Kbps). Como não dá para saltar entre álbuns ou pastas, imagine só a dificuldade na hora de encontrar uma música específica.

Pelo menos o tocador reconhece playlists e permite navegar entre elas. Para isso, é necessário manter o botão pressionado por mais de três segundos. O player diz o nome do artista e da faixa, depois enumera todas as listas carregadas. Quando o usuário ouve a desejada, basta soltar e pressionar o botão uma vez, aí o player começa a tocar a playlist. Por esse motivo, o shuffle acaba sendo mais indicado para quem gosta de usar a reprodução aleatória ou para quem está acostumado a criar listas.

A transferência de faixas e a recarga da bateria são feitas por meio de um cabo USB/P2. Infelizmente, como em todos os players da Apple, não dá para arrastar e soltar arquivos de música diretamente na pasta do shuffle. É preciso usar o iTunes, e tem que ser a versão mais nova (8.1). Continuam faltando no aparelho um equalizador e um receptor de rádio FM. E o usuário também terá problemas se o fone quebrar, pois com um modelo genérico o player só funciona em modo aleatório.

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quinta-feira, 16 de julho de 2009

Chrome OS mira Windows e atinge Ubuntu

Ninguém sabe se o Google Chrome OS vai conseguir desbancar o Windows. O sistema operacional, no entanto, tem tudo para prejudicar o Ubuntu.

Um dos primeiros a levantar o alerta foi o jornalista Renai LeMay, da ZDNET Australia. LeMay destacou que o Linux sofre há décadas com a fragmentação. É a mais pura verdade. Centenas de distribuições surgiram, cresceram e morreram, e uma parte do trabalho de um monte de desenvolvedores se perdeu no meio desse processo. Se desde o início todo o esforço tivesse sido concentrado em um algumas versões, o resultado seria outro – e talvez houvesse um sistema operacional livre muito mais avançado hoje.

O fato é que, nos últimos anos, o Ubuntu começou a despontar como a distribuição mais popular do mundo do pinguim. Tornou-se o mascote da comunidade do software livre, e seu desenvolvimento tem unido esforços antes dispersos. O que vai acontecer com a chegada do Chrome OS? O sistema do Google vai dividir de novo a comunidade do software livre, e o efeito “cool” de Mountain View pode atrair multidões de programadores.

A Canonical, que mantém o Ubuntu, não tem nem de longe o mesmo volume de recursos que estão depositados nos cofres de Larry Page e Sergey Brin. No quesito “marketing”, a derrota é certa. Outro problema virá da relação com os fabricantes de hardware, que já começam a embarcar desesperadamente na canoa do Google. É certo que eles vão priorizar Mountain View. Será que o Ubuntu aguentará o tranco? Vai ser difícil. Ficarão apenas os voluntários realmente engajados.

Difícil entender pro que o Google, que se diz uma empresa boazinha, não se dedicou exclusivamente a melhorar a distribuição da Canonical. Não faria todo o sentido para quem defende a paz mundial e o bem-estar de todos os usuários? Mas, pensando bem, não é tão complicado deduzir por que isso ocorreu. Forçar as pessoas a fazer tudo pela web – o objetivo final do Chrome OS – é um jeito de garantir que a fonte de dinheiro dos anúncios continue a fluir, com cada vez mais força.

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sexta-feira, 10 de julho de 2009

Google Maps passa a mostrar lugar do usuário

Novo botão ´Mostrar meu local´: Google Maps diz que sabe onde todos os usuários se localizam.
Os usuários de desktop e laptop, agora, já podem fazer uso da ferramenta “Mostrar meu local” (ou My Location) do Google Maps, que localiza geograficamente as máquinas pelo recurso de W3C Geolocation API.
O botão fica no canto esquerdo superior do mapa, entre o boneco acima do zoom e as opções de manobra panorâmica, e só é compatível com navegadores Google Chrome (2.0+) e Mozilla Firefox (3.5+) – ou qualquer navegador com a versão mais recente do Gears.
Como de costume, o Google Maps brasileiro ainda deve demorar mais alguns dias para receber o recurso. Mas os usuários nacionais podem visualizar o novo botão ao entrar na versão internacional, sem o “br.”.
O My Location já era conhecido pelos usuários de celulares e smartphones. Desde ontem (8), usuários dos Estados Unidos já usam o recurso em seus computadores.
Ao usar o recurso oficialmente pela primeira vez, o Google pede a permissão do usuário antes de informar a localização via Google Maps. A companhia, em sua página, garante que a decisão pode ser feita e desfeita quantas vezes o usuários quiser.
O W3C Geolocation é uma especificação que fornece acesso por scripts às informações de localizações geográficas associadas ao dispositivo de hospedagem.

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quarta-feira, 8 de julho de 2009

Conheça as Melhores e Maiores da Exame em TI

As empresas de tecnologia e telecomunicações brilharam na 36ª edição do prêmio Melhores e Maiores da revista Exame, realizado nesta terça-feira (07/07) no Clube Atlético Monte Líbano, em São Paulo.

O UOL levou o prêmio na categoria Indústria Digital, enquanto a B2W, que nasceu da junção da Americanas.com e do Submarino há dois anos, foi o destaque na categoria Varejo.

Na categoria Telecomunicações, quem levou a melhor foi a Telefônica, enquanto a Prysmian, fornecedora de cabos e sistemas de alta tecnologia para energia e telecomunicações, foi premiada como a melhor em Eletroeletrônicos. Já na área de Serviços, a vencedora foi a Visanet.

Confira a cobertura completa no Portal EXAME

Ao todo, foram premiadas as empresas de 18 setores escolhidas a partir de um conjunto de critérios definidos em conjunto com a Fipecafi (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras, da Universidade de São Paulo). A grande vencedora da noite foi a Natura, que levou o prêmio de melhor empresa do ano.

O sucesso das empresas é avaliado a partir de uma comparação dos resultados obtidos em termos de crescimento, rentabilidade, saúde financeira, participação de mercado e produtividade por empregado.

Para a escolha dos premiados, foram avaliados dados de mais de 3.500 empresas. Todas publicaram demonstrações contábeis no "Diário Oficial" dos estados ou enviaram seus resultados para análise de Melhores e Maiores. Empresas de porte significativo que preferem não divulgar resultados tiveram seu faturamento estimado por analistas.

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Google estreia rival do Windows em 2010

Sergey Brin, fundador do Google: gigante das buscas ataca jugular da Microsoft.

O Google está desenvolvendo um sistema operacional para netbooks que pode pôr fim ao duradouro domínio da Microsoft sobre a experiência dos usuários de computadores.
O novo programa, anunciado na noite de terça-feira (06/07) pelo gigante das buscas, será baseado no navegador Chrome, que completou nove meses de idade.
A companhia vai contar com a ajuda da comunidade de desenvolvedores de código aberto para criar o sistema operacional do Chrome, que deve estar disponível a partir do segundo semestre de 2010.
O Google confirmou seus planos logo após o serviço de notícias de tecnologia Ars Technica e o The New York Times publicarem rumores a respeito da novidade.
O sistema operacional representa a mais corajosa estratégia da companhia para competir diretamente com sua mais forte rival: a Microsoft.
Nos últimos anos, a fabricante do Windows assistiu a alguns de seus principais executivos a trocarem por cargos no Google. Além disso, a suíte online de aplicações Google Apps vem sendo uma irritante concorrente para pacote Office.
Por outro lado, a companhia de Redmond investiu bilhões de dólares para aperfeiçoar seu mecanismo de pesquisa online e seu sistema de anúncios na internet. No mês passado, o Bing, novo buscador da Microsoft, conseguiu aumentar a participação da empresa no mercado.
Agora, o Google mira a jugular da maior fabricante de software do planeta enquanto prepara o novo sistema operacional do Chrome.
Grande parte do poder e da receita da Microsoft são oriundos do Windows, que está instalado na maioria dos computadores do mundo há cerca de duas décadas.
Larry Page e Sergey Brin, fundadores do Google, diversas vezes classificaram o Windows como um programa sem graça muito suscetível a vírus e outros problemas de segurança.
"Ouvimos sempre a opinião de nossos usuários e eles são claros: os computadores precisam melhorar urgentemente", escreveu Sundar Pichai, vice-presidente de gerenciamento de produtos do Google, no blog da companhia.
Eric Schmidt, CEO do gigante das buscas, e Brin devem dar mais detalhes sobre o novo sistema operacional ainda nesta semana quando se apresentarem na conferência de mídia organizada pelo Allen & Co em um resort em Idaho.
"Acreditamos que a possibilidade de escolher estimulará a inovação e todos serão beneficiados, incluindo o Google", acrecentou Pichai.

Associated Press

sexta-feira, 3 de julho de 2009

A tecnologia do primeiro ônibus movido a hidrogênio da América Latina

Ônibus movido a hidrogênio, que estreará daqui um mês em São Paulo na linha ABD

São Paulo, a partir de agosto, contará com um ônibus movido a hidrogênio em sua frota. Até 2011, serão quatro coletivos circulando de Jabaquara a São Mateus.

A primeira das peças ecológicas foi apresentada à imprensa ontem (2), na sede da EMTU, em São Bernardo do Campo, conforme reportamos no Plantão INFO.

Alguns detalhes tecnológicos da peça, porém, ficaram de fora da notícia. A missão da publicação de agora é esclarecer, ou apresentar melhor, algumas características do coletivo.

Antes de tudo, se trata de um veículo híbrido, movido a tração elétrica. Isto é, pode ser operado com as células combustível a hidrogênio, apenas com baterias (três de alto desempenho) ou com os dois sistemas ao mesmo tempo. Tal sistema promete proporcionar “maior economia de combustível e racionalização da energia gerada”, segundo a equipe do projeto.

A propulsão do transporte ocorre quando o hidrogênio armazenado nos nove tanques é introduzido na célula a combustível, onde há um processo eletroquímico. A partir dele, a energia elétrica é produzida por meio da fusão do hidrogênio com ar e libera água como subproduto.

Após a energia elétrica ser regulada, ela movimenta o motor elétrico de tração - parecido com um trólebus – localizado na traseira e gera a energia mecânica.

O ônibus a hidrogênio tem capacidade de armazenar 45 quilos de hidrogênio (cinco quilos em cada tanque, presumimos). Para se ter uma idéia de quanto isso significa, a média de consumo de um veículo desse porte é de 15 quilos de hidrogênio a cada 100 quilômetros percorridos.

Logo, a autonomia com o uso de hidrogênio é de 300 quilômetros ; e mais quarenta quilômetros que o ônibus é capaz de rodar utilizando a energia reservada nas baterias.

De aplicação automotiva, as células automotivas em paralelo, além de ter menor custo de produção, geram potência de 136 quilowatts.

Para comandar com maestria o invento, o motorista do coletivo terá a sua disposição um computador de bordo que informa as condições dos subsistemas e de segurança - e também é capaz de acionar dispositivos para estabilizar o veículo, dizem.

Ainda nas tecnologias do coletivo a hidrogênio, há também um recurso de regeneração do sistema de frenagem, como ocorre na Fórmula 1. Consiste, basicamente, no modo em que energia é armazenada nas baterias para ser usada caso haja necessidade de maior potência na movimentação do veículo.

O ônibus, de 12 metros de compromento, tem espaço para 63 passageiros e espaço para cadeirantes. O nível de ruído é muito baixo comparado com as peças que possuem motores a combustão. A potência, de acordo com a EMTU, chega a 230 kw, o que dá, aproximadamente 300 cv.

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segunda-feira, 29 de junho de 2009

Soletrando invade Araras, em Itaipava - Petrópolis

MARCELA MARTINS

O quadro Soletrando do programa Caldeirão do Huck, exibido pela Rede Globo, está saindo das telas da televisão e se tornando realidade para estudantes do Colégio Anglicano de Araras, em Itaipava. A final do concurso será realizada no dia três de julho, no pátio do colégio, e será dividida por turno: manhã e tarde. Dos 800 alunos participantes, do segundo segmento do ensino fundamental e ensino médio, 19 são finalistas.
De acordo com a coordenadora da sala de leituras, Claudia Rodrigues, o colégio promove projetos para incentivo à leitura e conhecimento da língua portuguesa. A ideia de fazer um concurso de soletração foi bem aceita pelos alunos. “Eles ficaram eufóricos e aceitaram muito bem, com muita empolgação. Mas quando eles eram eliminados, ficavam um pouco decepcionados”, contou Cláudia.
A professora ainda disse que os alunos questionaram muito sobre a possibilidade de haver uma repescagem. “Eles queriam voltar ao jogo de todas as formas, questionaram bastante sobre uma repescagem. Para este ano não dá mais, mas para as próximas edições vamos estudar as possibilidades. Como foi o primeiro ano que realizamos a soletração, não sabíamos muito como seria a aceitação”, disse.
O objetivo da escola, segundo Cláudia, é levar aos alunos o conhecimento das novas regras de ortografia e favorecer o estímulo de leitura. “Além de enriquecer o vocabulário dos alunos através de pesquisas no dicionário e nas enciclopédias”, disse.
Para a finalista Thayane Agrelos, de 16 anos, o concurso é importante e confessa que ficou nervosa na hora em que tinha que soletrar. “Eu não levei muito a sério no início. Mas quando passei para a final, eu fiquei muito nervosa e fiquei feliz por ter passado”, contou.
Já Thainá Cardoso, de 13 anos, disse que resolveu participar porque a turma em que estuda incentivou a participação da colega. “A minha turma é muito animada. Eu me lembro quando os outros dois participantes erraram e como eu era a última a soletrar se eu errasse, eles voltariam para a próxima rodada, mas eu acertei e eliminei os dois. Acho que esta iniciativa da escola é importante para incentivar os alunos”, disse.
A finalista Telma Calixto de Freitas, 16 anos, não imaginava que fosse chegar à final. “Nossa, foi engraçado participar. Quando as pessoas erravam sempre tinha uma zoação dos outros alunos. Não pensei que eu fosse conseguir chegar até aqui, foi legal”, contou.
A coordenadora da sala de leituras disse que o soletrando na escola seguiu todas as regras e modelo do programa do Caldeirão do Huck. “Cada turno tem uma mesa composta com professores da língua portuguesa, que ajuda os alunos com colocação da palavra em uma frase, sinônimo e definição. Na final a mesa do turno da manhã será formada pelas professoras Paula Machado e Sueli dos Santos Beck. No turno da tarde será a professora Marilange de Barros e o coordenador Antonio Roni Correa e eu vou lançar as palavras que os alunos deverão soletrar”, contou.
Ainda de acordo com ela, as palavras foram selecionadas e trabalhadas pelos professores dentro de sala de aula. “Dentro do próprio conteúdo estudado tiramos as palavras. Emprestamos todo o material para eles poderem estudar. Ainda foi usado um jogo Soletrando”, disse.
O concurso foi dividido em três etapas. “A primeira foi a apresentação do projeto, a segunda foram as eliminatórias, que aconteceram nos meses de abril, maio, junho e julho, dentro das salas de aulas, e a terceira será a grande final”, disse.
Os vencedores do Soletrando ganharão um dicionário da língua portuguesa com a nova ortografia, uma caixa de bombom e um troféu.