segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Como monitorar a segurança da sua empresa


A rápida identificação de ataques e vazamento de dados é importante para compensar as limitações de proteção da infraestrutura.
Quando o contexto do usuário, da aplicação e dos dados é acrescentado aos problemas de segurança, é possível deixar de monitorar atividades e passar a monitorar exceções, o que facilitará a descoberta de falhas.




Considerações básicas

Um típico ataque dirigido explorará diversas fragilidades para atingir seu objetivo (normalmente, furtar dados ou comprometer uma conta específica).
Como defesas perfeitas não são práticas nem executáveis, as organizações precisam aprimorar o gerenciamento de vulnerabilidades e se proteger com monitoramentos mais eficazes.
A adição de um contexto de usuário, aplicação ou dados ao monitoramento de falhas de segurança aumentará a probabilidade de identificações rápidas de ataques dirigidos.

Recomendações

Para obter um contexto do usuário, as organizações devem integrar a implantação de gerenciamento de eventos e informações de segurança com políticas de acesso e identidade, como diretórios corporativos, sistemas de aprovisionamento ao usuário e sistemas de gerenciamento de funções.
As organizações devem integrar a tecnologia SIEM (Security Information and Event Management, Gerencialmento de Segurança de Informação e Eventos) com funções de prevenção de perda de dados que podem já terem sido implantadas.
Empresas precisarão usar múltiplas abordagens para incorporar o contexto de aplicação ao monitoramento de falhas de segurança: uso da interface de integração de fonte de evento SIEM para aplicações desenvolvidas internamente; suporte de SIEM a aplicações oferecidas como pacotes e integração com monitoramento orientado a redes, em alguns casos.

O QUE VOCÊ PRECISA SABER

A rápida identificação de uma falha é essencial para minimizar o estrago causado por um ataque dirigido. A adição de um contexto de usuário, dados e aplicação às informações para monitoramento de segurança aumentará a capacidade de detectar atividades anormais associadas a falhas.

ANÁLISE

A tecnologia SIEM vem sendo amplamente utilizada para monitoramento de ameaças externas, gerenciamento de registros e verificação de conformidade. Porém mudanças no ambiente de ameaças estão criando novas exigências em áreas de monitoramento de atividades do usuário e de aplicações e de monitoramento de acesso a dados. O suporte a esses novos casos exigirá o acréscimo do contexto de usuário, aplicação e dados ao monitoramento de atividades gerais oferecido pelo SIEM. Organizações devem integrar fontes de eventos, monitoramento e políticas que possuam contexto de domínio específico em cada uma dessas áreas com a implantação do SIEM.

Ataques dirigidos

O ambiente de ameaças externas se tornou mais silencioso e muito mais perigoso. Os ataques de hoje em dia visam empresas, indivíduos e dados específicos. Um típico ataque dirigido explorará múltiplas fragilidades para atingir seu objetivo (normalmente, furtar dados ou comprometer uma conta específica). Um usuário específico pode se transformar em um alvo por e-mail e inadvertidamente pode ajudar na instalação de um código malicioso no seu computador, ou uma falha de segurança ou de configuração de um sistema acessível externamente ou de uma aplicação podem ser explorados, com o intuito de conseguir as credenciais do usuário ou de estabelecer um canal de vigilância. Durante um ataque dirigido, múltiplas fragilidades do sistema ou de aplicações podem ser diretamente exploradas. Uma vez que um único sistema ou conta está comprometido, o ambiente gradualmente é invadido até o ataque ser completado.

A importância e as limitações do gerenciamento de vulnerabilidades

Organizações precisam apresentar um alvo difícil para os criminosos. Isso implica uma combinação de proteção de rede, processos de gerenciamento de vulnerabilidades para identificar e corrigir falhas de segurança em sistemas e aplicações e a implantação de tecnologias de defesa para proteger sistemas e aplicações com fragilidades de longo prazo. Infelizmente, defesas perfeitas são existem e as organizações também precisam agir de acordo com o fato de que em algum momento sua proteção vai falhar.
Já que defesas perfeitas não existem, as organizações precisam aprimorar o gerenciamento de vulnerabilidades com monitoramentos mais eficazes. Isso é necessário para identificar ataques em estágios iniciais, antes de atingirem seu objetivo. Ataques dirigidos levam tempo para serem completados e, quanto mais se demora para descobri-los, piores as conseqüências. O Verizon Business Systems 2009 Data Breach Investigations Report analisou 90 falhas de dados confirmadas e encontrou evidências iniciais das fragilidades nos registros de acesso, mas as empresas afetadas em 70% dos casos não perceberam o perigo.

A urgência de um monitoramento mais eficaz

A fonte de um ataque dirigido pode ser externa ou interna, mas quando um sistema ou conta são comprometidos, o acesso ao sistema, a atividade de aplicações e o acesso a dados podem dar a impressão de serem internos e de estarem associados com credenciais de usuário comprometidas. Já que cada ataque dirigido é “único”, não podemos mais confiar em indícios evidentes de ataques. Precisamos ser mais eficazes ao descobrir as alterações nos padrões de atividades normais que representam sinais primários de um ataque ou falha de segurança.
Muitas organizações implementaram o SIEM para gerar monitoramento de atividade de usuários privilegiados ou monitoramento de acesso a recursos para partes específicas do ambiente, para se adequarem a diversas regulamentações. É relativamente lógico implantar a tecnologia SIEM para gerar monitoramento de atividade do usuário e relatórios de acesso de recursos a partir de dados de registro de rede e sistema. Uma visão compreensiva da atividade do usuário e do acesso a recursos é útil para a investigação feita após a descoberta de atividades anormais. A limitação dos relatórios de monitoramento de atividades está na identificação inicial da atividade estranha. Em muitos casos, existe a confiança em um especialista que nota quando há alteração em padrões. Infelizmente, há uma enorme probabilidade de que um padrão de atividade anormal seja omitido. A detecção de ataques em estágios iniciais exige o reconhecimento quase imediato da alteração de um padrão normal de atividade do usuário, atividade da aplicação ou contexto de dados. O monitoramento de exceções precisa de contexto do usuário, da aplicação e dos dados como referência para distinguir padrões de atividades normais dos anormais. Além disso, regras de correlação tradicionais podem ser potencializadas com a correlação estatística ou abordagens de detecção de atividade anormal que estabelecem uma base para atividades normais e alertas de variação.
Informações atualizadas sobre técnicas e fontes de ataques podem explicar características de atividades anormais. Essa informação pode ser incluída em sensores ou produtos de monitoramento, na forma de listas negras, listas de alertas, marcações ou regras de correlação, ou podem ser um componente de um serviço de gerenciamento oferecido por fornecedores de serviço externos. Provedores de conteúdo ou de serviços com uma compreensão das atuais técnicas de ataque e com uma ampla fonte de dados usados como referência para discernir entre atividades normais e anormais serão capazes de agregar valor às suas habilidades de monitoramento.

Contexto do usuário

Informações sobre a função de um usuário, o status do seu cargo e os seus direitos de acesso podem ajudar a estabelecer fronteiras para o acesso habitual a recursos que, quando ultrapassadas, sinalizam atividade anormal que requer investigação. O contexto do usuário é mantido em uma ampla variedade de repositórios: diretórios corporativos, sistemas de gerenciamento de identidade e acesso, configurações de sistemas operacionais, configurações de sistemas de gerenciamento de base de dados e aplicações. As organizações devem avaliar o suporte ao SIEM para a integração do contexto do usuário a partir desses repositórios e fontes de evento. A integração do gerenciamento de identidade e acesso (IAM)/SIEM deve suportar a inclusão do contexto do usuário em correlação a regras e relatórios. Mesmo quando a tecnologia SIEM pode examinar o conteúdo da política de usuário e eventos de administração de usuário em fontes de IAM, a implantação do monitoramento de exceção orientado ao usuário continuará exigindo uma personalização extensa. Isso ocorre porque muitas políticas de acesso não definem completamente as fronteiras do acesso normal, portanto regras de correlação e filtros de registro que determinem essas barreiras deverão ser criados.

Contexto de dados

O contexto de dados é importante porque o alvo de muitos ataques costuma ser informações privilegiadas. Isoladamente, um registro ou evento de acesso a arquivo é relativamente desinteressante, e é provável que seja ignorado, a menos que o registro ou arquivo contenham dados relevantes. Tecnologias de DLP oferecem a detecção de dados relevantes baseada em padrões e políticas e o monitoramento direto do acesso a esse conteúdo. Fornecedores que oferecem tanto tecnologias SIEM como DLP (como Symantec, EMC e CA) as estão integrando, e um crescente número de outros fornecedores de SIEM estão formando parcerias com fornecedores de DLP para incorporar o contexto de dados ao monitoramento de atividades e às análises oferecidas pelo SIEM. Dois fornecedores de SIEM (Q1 Labs e NitroSecurity) também oferecem métodos alternativos para obter contexto de dados por meio de monitoramento básico de dados a partir de sensores na rede. A integração DLP/SIEM deve incluir o exame SIEM de dados de registro de DLP, dados de eventos de DLP e alertas de DLP; além da habilidade para incorporar eventos orientados a dados em regras de correlação e listas de alertas.

Contexto de aplicação

O monitoramento da atividade de aplicações é importante porque as fragilidades da aplicação são frequentemente exploradas em ataques dirigidos, e porque a atividade anormal de aplicações pode ser o único sinal de uma falha ou atividade fraudulenta. A habilidade para definir e analisar correntes de atividades para aplicações customizadas permite o monitoramento de camadas da aplicação para aplicações desenvolvidas internamente. A habilidade de examinar correntes de atividades originárias de aplicações oferecidas em pacotes permite o monitoramento de camadas de aplicação para esses componentes. Organizações devem avaliar o suporte ao SIEM para aplicações oferecidas em pacotes, com a compreensão de que o suporte a esse tipo de aplicação com os produtos SIEM é extremamente fragmentado. Por exemplo, múltiplos fornecedores de SIEM podem analisar o registro de auditoria de segurança da SAP. Poucos fornecedores de SIEM já usaram APIs fornecidas pela SAP para atividade de transação ou para atividade de administração de usuário da SAP. A FairWarning é um exemplo de fornecedor que oferece suporte de monitoramento às aplicações entregues em pacotes à indústria de saúde, e alguns fornecedores de SIEM utilizando aplicações da indústria de geração de energia.
Existem muitas questões que precisam ser superadas para mudar de um monitoramento de atividade para um monitoramento de exceção. Muitas organizações descobrem que suas aplicações desenvolvidas internamente não estão produzindo auditorias de atividade adequadas. Solucionar este problema é, obviamente, trabalhoso e caro, porque envolve mudanças nas aplicações. Há abordagens alternativas, como monitoramento de atividade de aplicação a partir da rede ou usando um agente no sistema para monitorar a atividade da aplicação. Exemplos dessas abordagens alternativas podem ser encontrados no segmento de mercado de gerenciamento de fraudes. Alertas e dados de registro de sistemas de prevenção à invasão podem oferecer contexto sobre atividade de aplicação que podem ser interessantes para detectar ataques dirigidos. Também costumamos ver exemplos de monitoramento de rede com contexto de aplicação oferecido por soluções especializadas como a PacketMotion, e no espaço de SIEM, a Q1 Labs QFlow Collectors e o componente ADM da NitroSegurity. As limitações do monitoramento orientado à rede incluem “pontos cegos” associados com a atividade da aplicação que não se manifestam na rede, e a necessidade de estabelecer um grande número de pontos de monitoramento em redes extremamente segmentadas.
A segunda questão dominante é o monitoramento de exceção da atividade da aplicação. Todos os métodos de monitoramento externos exigem conhecimento sobre a arquitetura de dados e transação das aplicações específicas sendo monitoradas. Independentemente do método de coleta de dados, várias fronteiras devem ser determinadas para cada aplicação e podem ser expressas em termos de acesso a dados e contexto do usuário. Isso implica a customização extensiva e envolvimento daquele que compreendem a transação e os modelos de acesso do usuário de cada aplicação. Organizações que precisam implantar monitoramento de aplicação devem fazer com que a equipe que possui conhecimento do projeto se comprometa a oferecer suporte constante ao monitoramento da aplicação.

Contexto de ameaça externa

Informações atualizadas sobre ameaças externas podem ajudar uma organização a reconhecer atividades anormais. Por exemplo, uma pequena quantidade de atividade fora de curso para um endereço de IP externo pode parecer normal e facilmente passaria despercebida. Tudo muda se existe uma inteligência de ameaça a qual indica que a destinação está associada a um controle de botnet. Os provedores de análise de segurança, monitoramento de ameaças e serviços de segurança gerenciados podem oferecer dados de inteligência de ameaças para serem usados como referência na hora de identificar um padrão de ataque dirigido. A inteligência de ameaça externa pode ser incluída em listas negras, listas de alertas e regras de correlação da infraestrutura de SIEM da organização.

Correlação baseada em regras e detecção de anormalidades

Quando condições anormais são bem definidas, é possível definir regras de correlação que procuram um conjunto específico de condições. É muito difícil abranger todas as condições que são anormais com um método baseado em regras. A detecção de anormalidades pode complementar abordagens baseadas em regras, porque alerta para variação de parâmetros normais do ambiente. A detecção de anormalidades precisa de um período de “aprendizagem” durante o qual cria perfis de atividades normais. O período de aprendizagem alerta para variações. A detecção de anormalidades exige contínua adaptação para ser operacionalmente eficaz e precisa ser aplicada apropriadamente a áreas do ambiente que exibem fortes padrões de atividade normal.

O QUE VOCÊ PRECISA SABER

O reconhecimento de atividades do usuário, acesso a dados e atividades de aplicações anormais é fundamental para descobrir ataques em estágios iniciais. As organizações devem integrar a tecnologia SIEM com a infraestrutura de IAM para melhorar o monitoramento de atividades com o contexto do usuário. As companhias também devem implantar tecnologias específicas, como prevenção de perda de dados e prevenção de invasão para aprimorar suas capacidades de monitoramento. A integração dessas tecnologias com a infraestrutura do SIEM permite um monitoramento de atividades mais amplo e eficaz.

InfoAbril

terça-feira, 27 de julho de 2010

USP cria MBA em Gestão de Inovação em TI

O Laboratório de Arquitetura e Redes de Computadores da Escola Politécnica da USP criou um MBA em Gestão Sustentável de Inovação em Tecnologia.

O curso visa oferecer formação mais ampla a executivos e gestores de TI, no que se refere a aspectos éticos, sócio-políticos e ambientais a serem considerados no contexto de inovação tecnológica dos negócios por eles geridos no Brasil e no mundo.

Serão abordados assuntos relacionados ao meio ambiente, desenvolvimento social e econômico. O programa do curso é organizado nas seguintes áreas:

- Inovação Tecnologia Sustentável: apresenta conceitos tecnológicos presentes no dia a dia de um gestor de TI com a visão de sustentabilidade, como o uso racional de recursos de um datacenter, TI verde, soluções de TI com bases sustentáveis, além de discutir a sustentabilidade como fator de inovação e propulsor de novos negócios;

- Conhecimento Humanístico: aborda o papel do humano em um contexto mais tecnológico e apresenta bases para um posicionamento mais ético e responsável socialmente de um gestor de TI. Discute-se desde políticas públicas definidas para a área de TI até aspectos relevantes de uma liderança diferenciada voltada para sustentabilidade;

- Gestão: trata de temas que vão desde o desenvolvimento e a execução de um Planejamento Estratégico voltado para indicadores de sustentabilidade, sejam eles ambientais, sociais e financeiros, até a gestão de carreiras.

Todas essas áreas serão tratadas sob óptica de sustentabilidade. Para tanto, é oferecido, inicialmente um módulo de Introdução à Sustentabilidade (carga horária: três curso de 15h cada).

Os demais módulos do programa terão os seguintes cursos:

Área de Inovação Tecnológica Sustentável (carga horária: 195 horas)

• Arquitetura de TI

• Infra-Estrutura de Rede.

• Redes Sem fio

• Serviços e Aplicações Interativas

• Data Centers Verde: Virtualização e Uso Racional de Recursos.

• Políticas e Serviços de Segurança

• Gerenciamento Computacional, de Redes e Sistemas

• Modelagem de Arquitetura Corporativa

• TI Verde

• Inovação Tecnológica e Sustentabilidade

Área de Conhecimento Humanístico (carga horária: 75 horas)

• Ética e Tecnologia

• Ambiente Sócio-político para a Tecnologia

• Liderança e Tecnologia

• Responsabilidade Social Empresarial

• Políticas Públicas em Tecnologia de Informação

Área de Gestão (carga horária: 75 horas)

• Gestão Estratégica e Sustentabilidade

• Governança de TI e Sustentabilidade

• Gestão Sustentável de Projetos

• Gestão de Carreiras Sustentáveis

• Gestão Sustentável de Finanças

Além dos cursos, será desenvolvido um projeto com carga horária de 30 horas que irá envolver as três áreas que são escopo do programa. Ao todo, o MBA terá duração de 420 horas/aula e 120 horas para a elaboração da monografia. Mais informações no site do curso.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Formulários em HTML5

Tag INPUT

Começando pela tag INPUT, que antes aceitava tipos limitados de entradas. Agora ela inclui novos tipos de entradas. São eles:
search - para pesquisas;
number - são setas para aumentar e diminuir números, limitando número máximo e mínimo;
range - botão deslizante;
color - mostra uma paleta de cores;
tel - números de telefones;
url - endereço de url;
email - endereço de e-mail;
date/month/week - mostra no campo um calendário que permite navegar entre meses e anos;
time - para mostrar a hora;
datetime - configura data e hora;
datetime-local - data e hora local.

Muitos desses campos nos facilitarão e muito o trabalho, como o campo de paleta de cores e datas.
Modo de utilizá-los: <-input type="email" name="email" required />
Outra funcionalidade super bacana é o atributo "required", utilizado acima. O HTML5 valida o campo do formulário de acordo com a entrada (caso esteja configurado como tipo "email", ele vai validar o email e, assim, fazer a submissão do formulário.)
Mais funções bacanas:
Autocomplete: Se setado como "on", ele habilita o autocompletar nos campos. Desabitila, caso "off".
Autofocus: Foca o campo no carregamento da página.
Form: Define um ou mais formulários a que o campo pertence. Ex.: <-input type="url" name="link" form="frmCadastro" />
Formaction: Substitui o atributo forma de ação. Deve ser uma URL válida que define para onde enviar os dados quando o formulário é submetido.
Formencctype: Substitui atributo enctype do formulário. Define o tipo MIME utilizado para codificar o conteúdo do formulário. Aceita "application/x-www-form-urlencoded", "multipart/form-data" e "text/plain".
Formmethod: Substitui atributo do formulário método. Define o método HTTP para o envio de dados para o URL de ação. Aceita "get", "post", "put" e "delete".
Formnovalidate: Substitui atributo "novalidate" no formulário. Se for setado como "true", esse campo não será validado quando for submetido.
Formtarget: Substitui atributo do formulário de destino. Aceita "blank", "_self", "_parent" e "_top".
Width e Height: Definem largura e altura do campo do formulário, respectivamente. Podem utilizar medidas em percentagem e pixels. *Apenas para "Image Button".
Max e Min: Valor máximo e mínimo de um campo de entrada no formulário. Se utilizados juntos, podem criar limites de valores.
List: Referencia um elemento DataList. Muito bacana. Caso tenha um elemento
  • com determinado ID, referencie esse ID e tenha sua lista predefinida. (
  • quarta-feira, 21 de julho de 2010

    Novos domínios ´.co´chegam à web



    Google, Coca Cola, Twitter, BMW, entre outras, são algumas das empresas que já reservaram seus novos endereços

    Alternativa para quem perdeu um domínio “.com”, a empresa .CO Internet disponibilizou hoje para toda a web o registro “.co”.


    Os novos domínios podem ser adquiridos em sites de revenda como o GoDaddy.com, Register.com e Network Solutions, entre outros.

    Segundo o presidente da .CO Internet, esses domínios representam a próxima fase no desenvolvimento da web. “Os domínios ‘.co’ irão criar novas oportunidades no comércio global, desenvolvimento de conteúdo, mídias sociais e outras formas de interatividade, as quais enriquecem a experiência online”, disse ele.


    Segundo o comunicado da empresa, desde que eles pré-disponibilizaram o novo formato em fevereiro deste ano, 39 mil domínios já foram solicitados. Empresas que fazem parte da lista Brand Finance Top 500, como Amazon, Apple, BMW, Coca-Cola, Disney, ebay, Google etc., já reservaram seus domínios alternativos “.co”. Um exemplo é o endereço t.co, reservado pelo Twitter.


    Segundo o site, o domínio “e.co” foi negociado por 81 mil dólares. Com a novo formato, as extensões passam a ser “co.uk”, “co.jp”, ou “co.br”. Mais informações podem ser acessadas no endereço cointernet.

    InfoAbril

    segunda-feira, 12 de julho de 2010

    Crie um site de e-commerce com plugins Wordpress

    Vamos conhecer alguns plugins que poderão ajudar a criar um site de e-commerce em Wordpress, com alguma facilidade e com muito dinamismo. Já existem inúmeras opções de plugins profissionais para Wordpress capazes de ajudá-lo a criar uma loja de e-commerce extremamente poderosa, portanto você deve selecionar aquele que lhe parece ser o mais completo e interessante. Fiz uma breve lista dos meus cinco favoritos. Veja.

    Shopp

    O Shopp é um plugin profissional para criação de soluções e-commerce em Wordpress. Ele é muito simples de instalar e gerir, e é praticamente compatível com qualquer tema Wordpress já existente. Algumas das suas competências incluem opções de drag & drop para múltiplas imagens de produtos, suporte para produtos físicos ou digitais, histórico de encomendas, notificações por email, pesquisa rápida de produtos, cálculo de custos de envio, descontos e códigos promocionais.

    Opções de pagamento: 2Checkout.com, PayPal e Google Checkout. Disponíveis opcionalmente: Authorize.net, PayJunction, FirstData/LinkPoint, HSBC ePayments e eWay Payments.

    WP-ECommerce

    Com mais de 500 mil downloads já realizados, o plugin WP-eCommerce é seguramente o mais popular de e-commerce para Wordpress. Com versões gratuitas e premium disponíveis, uma extensiva lista de opções para gerir a sua loja de e-commerce e múltiplos métodos de pagamento, através de Paypal, Google Checkout, pagamentos manuais, entre outros, este plugin é verdadeiramente incrível do ponto de vista técnico.

    eStore

    Este plugin profissional para Wordpress permite criar rapidamente e de forma fácil um carrinho de compras para que possa comercializar produtos ou serviços digitais no seu blog, de forma automatizada e muito simples.

    Opções de pagamento: PayPal, 2Checkout ou transações manuais.

    PHP Purchase

    O PHPurchase é um plugin premium que lhe permite criar facilmente um catálogo de produtos com várias customizações (tamanho, cor, etc.), oferece um painel de controle extremamente poderoso para gestão de encomendas, sistema de tracking de encomendas simplificado, possibilidade de criação de descontos, métodos e tipos de envios, entre outras opções.

    Opções de pagamento: PayPal, Authorise.net, eProcessing Network e Quantum Gateway.

    Shopper Press

    Este é um plugin open source para criação de lojas e-commerce em Wordpress, que é na verdade perfeito para a comercialização de qualquer tipo de merchandise, serviços ou produtos digitais. Ele oferece praticamente todo tipo de funcionalidades que você poderá desejar num plugin de e-commerce, com uma série de extras igualmente interessantes. Permite integração com Adsense e ainda a possibilidade de importar artigos da Amazon, Ebay, ficheiros CSV ou Datafeedr.

    O plugin ShopperPress inclui também acesso gratuito a mais de 20+ wordpress themes com arquivos .PSD incluídos, permitindo-lhe redesenhar e estilizar a sua loja de e-commerce de acordo com as suas necessidades.

    Opções de pagamento: O ShopperPress tem integração com mais de 20 gateways para pagamento, nomeadamente: PayPal, PayWeb.ca, PayFast, 2C0, Google Checkout, Sage Pay e muitos outros.

    Abraços,
    Até a proxíma!

    Imasters

    segunda-feira, 19 de abril de 2010

    Criando plugins para a biblioteca jQuery - Normas Básicas

    Os plugins são uma forma de ampliar o poder da framework, criando novos métodos e funcionalidades ao objeto jQuery, proporcionando aos desenvolvedores novas funcionalidades para suas páginas.

    Na hora de criar um plugin para a biblioteca jQuery é preciso se atentar para algumas normas que irão assegurar que ele funcionará como deve e poderá ser utilizado por qualquer desenvolvedor, em qualquer página web.

    Veja abaixo algumas normas, que são muito importantes:

    * O arquivo que contém o código-fonte do plugin deve ter a seguinte nomenclatura: jquery.nome_do_plugin.js

    * Insira as funções como novos métodos através da propriedade fn do objeto jQuery, assim os métodos do seu plugin serão convertidos em métodos do próprio objeto jQuery.

    * Dentro dos métodos que insere como plugins, a palavra reservada "this" será uma referência ao objeto jQuery que recebe o método. Portanto, pode-se utilizar "this" para acessar qualquer prorpriedade do elemento da página que está sendo utilizada.

    * Ao final de cada método do plugin deve ser colocado um ";" (ponto e vírgula), dessa forma o código-fonte pode comprimir e seguir funcionando corretamente.

    * O método deve retornar o próprio objeto jQuery sobre o qual foi solicitada a execução do plugin. Isso é feito usando a expressão "return this", no final do código da função.

    * Deve ser utilizado "this.each" para iterar sobre todo o conjunto de elementos que pode ter sido selecionado. Lembre-se que os plugins são chamados sobre objetos que são obtidos através de seletores e da função jQuery, e podem haver selecionado vários elementos e não somente um. Assim, com "this.each" será feita uma iteração sobre cada um dos elementos selecionados.

    * Atribua o plugin sempre ao objeto jQuery, ao invés de fazer sobre o símbolo "$", assim os usuários poderão usar alias personalisados para o plugin através do método noConflict(), descartando os problemas que podem haver si dois plugins tiverem o mesmo nome.

    As regras acima são suficientes para o desenvolvimendo de plugins simples, embora talvez em cenários mais complexos seja necessário aplicar outras normas para garantir que tudo funcione corretamente.

    Para matar a curiosidade de muitos, vamos ver um pequeno exemplo de como seria a montagem de um plugin.

    Abra o seu editor de código e crie um arquivo chamado jquery.primeiroplugin.js. Em seguida digite o código abaixo:
    _________________________________
    jQuery.fn.ocultar = function(){
    this.each(function(){

    jqElem = $(this);
    jqElem.hide();
    });
    return this;
    };
    _________________________________

    Está pronto o plugin. Agora basta fazer a inclusão do plugin na página e chamá-lo da seguinte forma dentro do seu arquivo de funções javascript ou na própria página onde será utilizado:
    _________________________________
    $(document).ready(function(){
    $('#ocultar').click(function(){

    $('.txtadicional').ocultar();
    });
    })
    _________________________________

    Você pode fazer um plugin mais robusto, que controle operações importantes, desde formulários de dados até a visualização e manipulação de objetos do DOM.

    Mais de 3 milhões pessoas aderiram ao DDA

    BRASÍLIA - O Débito Direto Autorizado (DDA), que completará seis meses amanhã, já conta com 3,2 milhões de clientes cadastrados e 72,8 milhões de boletos eletrônicos gerados pelo novo sistema, segundo a Federação Brasileira de Bancos.

    O serviço permite a quem vai pagar uma conta ter maior facilidade de controle dos boletos a pagar, reduzir documentos para manusear – em especial no caso das empresas – e certeza de recebimento de boletos dentro do prazo esperado. Para o cedente, será possível ter maior controle do fluxo das cobranças emitidas e a garantia de entrega dos boletos.

    O serviço tem dispositivos de alerta de recebimento de boletos eletrônicos para os usuários, como mensagens em celulares e Internet Banking.

    O acesso aos boletos eletrônicos dispensa o recebimento do documento impresso. Basta apenas fazer o cadastramento nos bancos. São 33 bancos que operam o DDA, responsáveis por 99,2% do volume de boletos emitidos no mercado. Os boletos ficam disponíveis nos canais eletrônicos desenvolvidos pelos bancos.

    Segundo a Febraban, estão mantidas as ações dos bancos para que os clientes cobradores (emitentes) utilizem a cobrança registrada. O objetivo é que aumente o número de boletos eletrônicos disponíveis no DDA para a população.

    O DDA foi idealizado pela Febraban e a Câmara Interbancária de Pagamentos, conhecida como braço tecnológico das instituições financeiras do Brasil.

    INFO ONLINE.