O Laboratório de Arquitetura e Redes de Computadores da Escola Politécnica da USP criou um MBA em Gestão Sustentável de Inovação em Tecnologia.
O curso visa oferecer formação mais ampla a executivos e gestores de TI, no que se refere a aspectos éticos, sócio-políticos e ambientais a serem considerados no contexto de inovação tecnológica dos negócios por eles geridos no Brasil e no mundo.
Serão abordados assuntos relacionados ao meio ambiente, desenvolvimento social e econômico. O programa do curso é organizado nas seguintes áreas:
- Inovação Tecnologia Sustentável: apresenta conceitos tecnológicos presentes no dia a dia de um gestor de TI com a visão de sustentabilidade, como o uso racional de recursos de um datacenter, TI verde, soluções de TI com bases sustentáveis, além de discutir a sustentabilidade como fator de inovação e propulsor de novos negócios;
- Conhecimento Humanístico: aborda o papel do humano em um contexto mais tecnológico e apresenta bases para um posicionamento mais ético e responsável socialmente de um gestor de TI. Discute-se desde políticas públicas definidas para a área de TI até aspectos relevantes de uma liderança diferenciada voltada para sustentabilidade;
- Gestão: trata de temas que vão desde o desenvolvimento e a execução de um Planejamento Estratégico voltado para indicadores de sustentabilidade, sejam eles ambientais, sociais e financeiros, até a gestão de carreiras.
Todas essas áreas serão tratadas sob óptica de sustentabilidade. Para tanto, é oferecido, inicialmente um módulo de Introdução à Sustentabilidade (carga horária: três curso de 15h cada).
Os demais módulos do programa terão os seguintes cursos:
Área de Inovação Tecnológica Sustentável (carga horária: 195 horas)
• Arquitetura de TI
• Infra-Estrutura de Rede.
• Redes Sem fio
• Serviços e Aplicações Interativas
• Data Centers Verde: Virtualização e Uso Racional de Recursos.
• Políticas e Serviços de Segurança
• Gerenciamento Computacional, de Redes e Sistemas
• Modelagem de Arquitetura Corporativa
• TI Verde
• Inovação Tecnológica e Sustentabilidade
Área de Conhecimento Humanístico (carga horária: 75 horas)
• Ética e Tecnologia
• Ambiente Sócio-político para a Tecnologia
• Liderança e Tecnologia
• Responsabilidade Social Empresarial
• Políticas Públicas em Tecnologia de Informação
Área de Gestão (carga horária: 75 horas)
• Gestão Estratégica e Sustentabilidade
• Governança de TI e Sustentabilidade
• Gestão Sustentável de Projetos
• Gestão de Carreiras Sustentáveis
• Gestão Sustentável de Finanças
Além dos cursos, será desenvolvido um projeto com carga horária de 30 horas que irá envolver as três áreas que são escopo do programa. Ao todo, o MBA terá duração de 420 horas/aula e 120 horas para a elaboração da monografia. Mais informações no site do curso.
terça-feira, 27 de julho de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Formulários em HTML5
Tag INPUT
Começando pela tag INPUT, que antes aceitava tipos limitados de entradas. Agora ela inclui novos tipos de entradas. São eles:
• search - para pesquisas;
• number - são setas para aumentar e diminuir números, limitando número máximo e mínimo;
• range - botão deslizante;
• color - mostra uma paleta de cores;
• tel - números de telefones;
• url - endereço de url;
• email - endereço de e-mail;
• date/month/week - mostra no campo um calendário que permite navegar entre meses e anos;
• time - para mostrar a hora;
• datetime - configura data e hora;
• datetime-local - data e hora local.
Muitos desses campos nos facilitarão e muito o trabalho, como o campo de paleta de cores e datas.
Modo de utilizá-los: <-input type="email" name="email" required />
Outra funcionalidade super bacana é o atributo "required", utilizado acima. O HTML5 valida o campo do formulário de acordo com a entrada (caso esteja configurado como tipo "email", ele vai validar o email e, assim, fazer a submissão do formulário.)
Mais funções bacanas:
• Autocomplete: Se setado como "on", ele habilita o autocompletar nos campos. Desabitila, caso "off".
• Autofocus: Foca o campo no carregamento da página.
• Form: Define um ou mais formulários a que o campo pertence. Ex.: <-input type="url" name="link" form="frmCadastro" />
• Formaction: Substitui o atributo forma de ação. Deve ser uma URL válida que define para onde enviar os dados quando o formulário é submetido.
• Formencctype: Substitui atributo enctype do formulário. Define o tipo MIME utilizado para codificar o conteúdo do formulário. Aceita "application/x-www-form-urlencoded", "multipart/form-data" e "text/plain".
• Formmethod: Substitui atributo do formulário método. Define o método HTTP para o envio de dados para o URL de ação. Aceita "get", "post", "put" e "delete".
• Formnovalidate: Substitui atributo "novalidate" no formulário. Se for setado como "true", esse campo não será validado quando for submetido.
• Formtarget: Substitui atributo do formulário de destino. Aceita "blank", "_self", "_parent" e "_top".
• Width e Height: Definem largura e altura do campo do formulário, respectivamente. Podem utilizar medidas em percentagem e pixels. *Apenas para "Image Button".
• Max e Min: Valor máximo e mínimo de um campo de entrada no formulário. Se utilizados juntos, podem criar limites de valores.
• List: Referencia um elemento DataList. Muito bacana. Caso tenha um elemento com determinado ID, referencie esse ID e tenha sua lista predefinida. (
Começando pela tag INPUT, que antes aceitava tipos limitados de entradas. Agora ela inclui novos tipos de entradas. São eles:
• search - para pesquisas;
• number - são setas para aumentar e diminuir números, limitando número máximo e mínimo;
• range - botão deslizante;
• color - mostra uma paleta de cores;
• tel - números de telefones;
• url - endereço de url;
• email - endereço de e-mail;
• date/month/week - mostra no campo um calendário que permite navegar entre meses e anos;
• time - para mostrar a hora;
• datetime - configura data e hora;
• datetime-local - data e hora local.
Muitos desses campos nos facilitarão e muito o trabalho, como o campo de paleta de cores e datas.
Modo de utilizá-los: <-input type="email" name="email" required />
Outra funcionalidade super bacana é o atributo "required", utilizado acima. O HTML5 valida o campo do formulário de acordo com a entrada (caso esteja configurado como tipo "email", ele vai validar o email e, assim, fazer a submissão do formulário.)
Mais funções bacanas:
• Autocomplete: Se setado como "on", ele habilita o autocompletar nos campos. Desabitila, caso "off".
• Autofocus: Foca o campo no carregamento da página.
• Form: Define um ou mais formulários a que o campo pertence. Ex.: <-input type="url" name="link" form="frmCadastro" />
• Formaction: Substitui o atributo forma de ação. Deve ser uma URL válida que define para onde enviar os dados quando o formulário é submetido.
• Formencctype: Substitui atributo enctype do formulário. Define o tipo MIME utilizado para codificar o conteúdo do formulário. Aceita "application/x-www-form-urlencoded", "multipart/form-data" e "text/plain".
• Formmethod: Substitui atributo do formulário método. Define o método HTTP para o envio de dados para o URL de ação. Aceita "get", "post", "put" e "delete".
• Formnovalidate: Substitui atributo "novalidate" no formulário. Se for setado como "true", esse campo não será validado quando for submetido.
• Formtarget: Substitui atributo do formulário de destino. Aceita "blank", "_self", "_parent" e "_top".
• Width e Height: Definem largura e altura do campo do formulário, respectivamente. Podem utilizar medidas em percentagem e pixels. *Apenas para "Image Button".
• Max e Min: Valor máximo e mínimo de um campo de entrada no formulário. Se utilizados juntos, podem criar limites de valores.
• List: Referencia um elemento DataList. Muito bacana. Caso tenha um elemento
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Novos domínios ´.co´chegam à web

Google, Coca Cola, Twitter, BMW, entre outras, são algumas das empresas que já reservaram seus novos endereços
Alternativa para quem perdeu um domínio “.com”, a empresa .CO Internet disponibilizou hoje para toda a web o registro “.co”.
Os novos domínios podem ser adquiridos em sites de revenda como o GoDaddy.com, Register.com e Network Solutions, entre outros.
Segundo o presidente da .CO Internet, esses domínios representam a próxima fase no desenvolvimento da web. “Os domínios ‘.co’ irão criar novas oportunidades no comércio global, desenvolvimento de conteúdo, mídias sociais e outras formas de interatividade, as quais enriquecem a experiência online”, disse ele.
Segundo o comunicado da empresa, desde que eles pré-disponibilizaram o novo formato em fevereiro deste ano, 39 mil domínios já foram solicitados. Empresas que fazem parte da lista Brand Finance Top 500, como Amazon, Apple, BMW, Coca-Cola, Disney, ebay, Google etc., já reservaram seus domínios alternativos “.co”. Um exemplo é o endereço t.co, reservado pelo Twitter.
Segundo o site, o domínio “e.co” foi negociado por 81 mil dólares. Com a novo formato, as extensões passam a ser “co.uk”, “co.jp”, ou “co.br”. Mais informações podem ser acessadas no endereço cointernet.
InfoAbril
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Crie um site de e-commerce com plugins Wordpress
Vamos conhecer alguns plugins que poderão ajudar a criar um site de e-commerce em Wordpress, com alguma facilidade e com muito dinamismo. Já existem inúmeras opções de plugins profissionais para Wordpress capazes de ajudá-lo a criar uma loja de e-commerce extremamente poderosa, portanto você deve selecionar aquele que lhe parece ser o mais completo e interessante. Fiz uma breve lista dos meus cinco favoritos. Veja.
Shopp
O Shopp é um plugin profissional para criação de soluções e-commerce em Wordpress. Ele é muito simples de instalar e gerir, e é praticamente compatível com qualquer tema Wordpress já existente. Algumas das suas competências incluem opções de drag & drop para múltiplas imagens de produtos, suporte para produtos físicos ou digitais, histórico de encomendas, notificações por email, pesquisa rápida de produtos, cálculo de custos de envio, descontos e códigos promocionais.
Opções de pagamento: 2Checkout.com, PayPal e Google Checkout. Disponíveis opcionalmente: Authorize.net, PayJunction, FirstData/LinkPoint, HSBC ePayments e eWay Payments.
WP-ECommerce
Com mais de 500 mil downloads já realizados, o plugin WP-eCommerce é seguramente o mais popular de e-commerce para Wordpress. Com versões gratuitas e premium disponíveis, uma extensiva lista de opções para gerir a sua loja de e-commerce e múltiplos métodos de pagamento, através de Paypal, Google Checkout, pagamentos manuais, entre outros, este plugin é verdadeiramente incrível do ponto de vista técnico.
eStore
Este plugin profissional para Wordpress permite criar rapidamente e de forma fácil um carrinho de compras para que possa comercializar produtos ou serviços digitais no seu blog, de forma automatizada e muito simples.
Opções de pagamento: PayPal, 2Checkout ou transações manuais.
PHP Purchase
O PHPurchase é um plugin premium que lhe permite criar facilmente um catálogo de produtos com várias customizações (tamanho, cor, etc.), oferece um painel de controle extremamente poderoso para gestão de encomendas, sistema de tracking de encomendas simplificado, possibilidade de criação de descontos, métodos e tipos de envios, entre outras opções.
Opções de pagamento: PayPal, Authorise.net, eProcessing Network e Quantum Gateway.
Shopper Press
Este é um plugin open source para criação de lojas e-commerce em Wordpress, que é na verdade perfeito para a comercialização de qualquer tipo de merchandise, serviços ou produtos digitais. Ele oferece praticamente todo tipo de funcionalidades que você poderá desejar num plugin de e-commerce, com uma série de extras igualmente interessantes. Permite integração com Adsense e ainda a possibilidade de importar artigos da Amazon, Ebay, ficheiros CSV ou Datafeedr.
O plugin ShopperPress inclui também acesso gratuito a mais de 20+ wordpress themes com arquivos .PSD incluídos, permitindo-lhe redesenhar e estilizar a sua loja de e-commerce de acordo com as suas necessidades.
Opções de pagamento: O ShopperPress tem integração com mais de 20 gateways para pagamento, nomeadamente: PayPal, PayWeb.ca, PayFast, 2C0, Google Checkout, Sage Pay e muitos outros.
Abraços,
Até a proxíma!
Imasters
Shopp
O Shopp é um plugin profissional para criação de soluções e-commerce em Wordpress. Ele é muito simples de instalar e gerir, e é praticamente compatível com qualquer tema Wordpress já existente. Algumas das suas competências incluem opções de drag & drop para múltiplas imagens de produtos, suporte para produtos físicos ou digitais, histórico de encomendas, notificações por email, pesquisa rápida de produtos, cálculo de custos de envio, descontos e códigos promocionais.
Opções de pagamento: 2Checkout.com, PayPal e Google Checkout. Disponíveis opcionalmente: Authorize.net, PayJunction, FirstData/LinkPoint, HSBC ePayments e eWay Payments.
WP-ECommerce
Com mais de 500 mil downloads já realizados, o plugin WP-eCommerce é seguramente o mais popular de e-commerce para Wordpress. Com versões gratuitas e premium disponíveis, uma extensiva lista de opções para gerir a sua loja de e-commerce e múltiplos métodos de pagamento, através de Paypal, Google Checkout, pagamentos manuais, entre outros, este plugin é verdadeiramente incrível do ponto de vista técnico.
eStore
Este plugin profissional para Wordpress permite criar rapidamente e de forma fácil um carrinho de compras para que possa comercializar produtos ou serviços digitais no seu blog, de forma automatizada e muito simples.
Opções de pagamento: PayPal, 2Checkout ou transações manuais.
PHP Purchase
O PHPurchase é um plugin premium que lhe permite criar facilmente um catálogo de produtos com várias customizações (tamanho, cor, etc.), oferece um painel de controle extremamente poderoso para gestão de encomendas, sistema de tracking de encomendas simplificado, possibilidade de criação de descontos, métodos e tipos de envios, entre outras opções.
Opções de pagamento: PayPal, Authorise.net, eProcessing Network e Quantum Gateway.
Shopper Press
Este é um plugin open source para criação de lojas e-commerce em Wordpress, que é na verdade perfeito para a comercialização de qualquer tipo de merchandise, serviços ou produtos digitais. Ele oferece praticamente todo tipo de funcionalidades que você poderá desejar num plugin de e-commerce, com uma série de extras igualmente interessantes. Permite integração com Adsense e ainda a possibilidade de importar artigos da Amazon, Ebay, ficheiros CSV ou Datafeedr.
O plugin ShopperPress inclui também acesso gratuito a mais de 20+ wordpress themes com arquivos .PSD incluídos, permitindo-lhe redesenhar e estilizar a sua loja de e-commerce de acordo com as suas necessidades.
Opções de pagamento: O ShopperPress tem integração com mais de 20 gateways para pagamento, nomeadamente: PayPal, PayWeb.ca, PayFast, 2C0, Google Checkout, Sage Pay e muitos outros.
Abraços,
Até a proxíma!
Imasters
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Criando plugins para a biblioteca jQuery - Normas Básicas
Os plugins são uma forma de ampliar o poder da framework, criando novos métodos e funcionalidades ao objeto jQuery, proporcionando aos desenvolvedores novas funcionalidades para suas páginas.
Na hora de criar um plugin para a biblioteca jQuery é preciso se atentar para algumas normas que irão assegurar que ele funcionará como deve e poderá ser utilizado por qualquer desenvolvedor, em qualquer página web.
Veja abaixo algumas normas, que são muito importantes:
* O arquivo que contém o código-fonte do plugin deve ter a seguinte nomenclatura: jquery.nome_do_plugin.js
* Insira as funções como novos métodos através da propriedade fn do objeto jQuery, assim os métodos do seu plugin serão convertidos em métodos do próprio objeto jQuery.
* Dentro dos métodos que insere como plugins, a palavra reservada "this" será uma referência ao objeto jQuery que recebe o método. Portanto, pode-se utilizar "this" para acessar qualquer prorpriedade do elemento da página que está sendo utilizada.
* Ao final de cada método do plugin deve ser colocado um ";" (ponto e vírgula), dessa forma o código-fonte pode comprimir e seguir funcionando corretamente.
* O método deve retornar o próprio objeto jQuery sobre o qual foi solicitada a execução do plugin. Isso é feito usando a expressão "return this", no final do código da função.
* Deve ser utilizado "this.each" para iterar sobre todo o conjunto de elementos que pode ter sido selecionado. Lembre-se que os plugins são chamados sobre objetos que são obtidos através de seletores e da função jQuery, e podem haver selecionado vários elementos e não somente um. Assim, com "this.each" será feita uma iteração sobre cada um dos elementos selecionados.
* Atribua o plugin sempre ao objeto jQuery, ao invés de fazer sobre o símbolo "$", assim os usuários poderão usar alias personalisados para o plugin através do método noConflict(), descartando os problemas que podem haver si dois plugins tiverem o mesmo nome.
As regras acima são suficientes para o desenvolvimendo de plugins simples, embora talvez em cenários mais complexos seja necessário aplicar outras normas para garantir que tudo funcione corretamente.
Para matar a curiosidade de muitos, vamos ver um pequeno exemplo de como seria a montagem de um plugin.
Abra o seu editor de código e crie um arquivo chamado jquery.primeiroplugin.js. Em seguida digite o código abaixo:
_________________________________
jQuery.fn.ocultar = function(){
this.each(function(){
jqElem = $(this);
jqElem.hide();
});
return this;
};
_________________________________
Está pronto o plugin. Agora basta fazer a inclusão do plugin na página e chamá-lo da seguinte forma dentro do seu arquivo de funções javascript ou na própria página onde será utilizado:
_________________________________
$(document).ready(function(){
$('#ocultar').click(function(){
$('.txtadicional').ocultar();
});
})
_________________________________
Você pode fazer um plugin mais robusto, que controle operações importantes, desde formulários de dados até a visualização e manipulação de objetos do DOM.
Na hora de criar um plugin para a biblioteca jQuery é preciso se atentar para algumas normas que irão assegurar que ele funcionará como deve e poderá ser utilizado por qualquer desenvolvedor, em qualquer página web.
Veja abaixo algumas normas, que são muito importantes:
* O arquivo que contém o código-fonte do plugin deve ter a seguinte nomenclatura: jquery.nome_do_plugin.js
* Insira as funções como novos métodos através da propriedade fn do objeto jQuery, assim os métodos do seu plugin serão convertidos em métodos do próprio objeto jQuery.
* Dentro dos métodos que insere como plugins, a palavra reservada "this" será uma referência ao objeto jQuery que recebe o método. Portanto, pode-se utilizar "this" para acessar qualquer prorpriedade do elemento da página que está sendo utilizada.
* Ao final de cada método do plugin deve ser colocado um ";" (ponto e vírgula), dessa forma o código-fonte pode comprimir e seguir funcionando corretamente.
* O método deve retornar o próprio objeto jQuery sobre o qual foi solicitada a execução do plugin. Isso é feito usando a expressão "return this", no final do código da função.
* Deve ser utilizado "this.each" para iterar sobre todo o conjunto de elementos que pode ter sido selecionado. Lembre-se que os plugins são chamados sobre objetos que são obtidos através de seletores e da função jQuery, e podem haver selecionado vários elementos e não somente um. Assim, com "this.each" será feita uma iteração sobre cada um dos elementos selecionados.
* Atribua o plugin sempre ao objeto jQuery, ao invés de fazer sobre o símbolo "$", assim os usuários poderão usar alias personalisados para o plugin através do método noConflict(), descartando os problemas que podem haver si dois plugins tiverem o mesmo nome.
As regras acima são suficientes para o desenvolvimendo de plugins simples, embora talvez em cenários mais complexos seja necessário aplicar outras normas para garantir que tudo funcione corretamente.
Para matar a curiosidade de muitos, vamos ver um pequeno exemplo de como seria a montagem de um plugin.
Abra o seu editor de código e crie um arquivo chamado jquery.primeiroplugin.js. Em seguida digite o código abaixo:
_________________________________
jQuery.fn.ocultar = function(){
this.each(function(){
jqElem = $(this);
jqElem.hide();
});
return this;
};
_________________________________
Está pronto o plugin. Agora basta fazer a inclusão do plugin na página e chamá-lo da seguinte forma dentro do seu arquivo de funções javascript ou na própria página onde será utilizado:
_________________________________
$(document).ready(function(){
$('#ocultar').click(function(){
$('.txtadicional').ocultar();
});
})
_________________________________
Você pode fazer um plugin mais robusto, que controle operações importantes, desde formulários de dados até a visualização e manipulação de objetos do DOM.
Mais de 3 milhões pessoas aderiram ao DDA
BRASÍLIA - O Débito Direto Autorizado (DDA), que completará seis meses amanhã, já conta com 3,2 milhões de clientes cadastrados e 72,8 milhões de boletos eletrônicos gerados pelo novo sistema, segundo a Federação Brasileira de Bancos.
O serviço permite a quem vai pagar uma conta ter maior facilidade de controle dos boletos a pagar, reduzir documentos para manusear – em especial no caso das empresas – e certeza de recebimento de boletos dentro do prazo esperado. Para o cedente, será possível ter maior controle do fluxo das cobranças emitidas e a garantia de entrega dos boletos.
O serviço tem dispositivos de alerta de recebimento de boletos eletrônicos para os usuários, como mensagens em celulares e Internet Banking.
O acesso aos boletos eletrônicos dispensa o recebimento do documento impresso. Basta apenas fazer o cadastramento nos bancos. São 33 bancos que operam o DDA, responsáveis por 99,2% do volume de boletos emitidos no mercado. Os boletos ficam disponíveis nos canais eletrônicos desenvolvidos pelos bancos.
Segundo a Febraban, estão mantidas as ações dos bancos para que os clientes cobradores (emitentes) utilizem a cobrança registrada. O objetivo é que aumente o número de boletos eletrônicos disponíveis no DDA para a população.
O DDA foi idealizado pela Febraban e a Câmara Interbancária de Pagamentos, conhecida como braço tecnológico das instituições financeiras do Brasil.
INFO ONLINE.
O serviço permite a quem vai pagar uma conta ter maior facilidade de controle dos boletos a pagar, reduzir documentos para manusear – em especial no caso das empresas – e certeza de recebimento de boletos dentro do prazo esperado. Para o cedente, será possível ter maior controle do fluxo das cobranças emitidas e a garantia de entrega dos boletos.
O serviço tem dispositivos de alerta de recebimento de boletos eletrônicos para os usuários, como mensagens em celulares e Internet Banking.
O acesso aos boletos eletrônicos dispensa o recebimento do documento impresso. Basta apenas fazer o cadastramento nos bancos. São 33 bancos que operam o DDA, responsáveis por 99,2% do volume de boletos emitidos no mercado. Os boletos ficam disponíveis nos canais eletrônicos desenvolvidos pelos bancos.
Segundo a Febraban, estão mantidas as ações dos bancos para que os clientes cobradores (emitentes) utilizem a cobrança registrada. O objetivo é que aumente o número de boletos eletrônicos disponíveis no DDA para a população.
O DDA foi idealizado pela Febraban e a Câmara Interbancária de Pagamentos, conhecida como braço tecnológico das instituições financeiras do Brasil.
INFO ONLINE.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
´O Windows 7 nos ajudou´, diz Apple
Brian Croll, vice-presidente da Apple, diz que o Windows 7 contribuiu para aumentar as vendas do Mac.
Veja o que Brian Croll, vice-presidente da Apple responsável pelo marketing mundial do Mac OS.
Windows 7
Quando o Windows 7 foi lançado, 60% dos usuários de PC ainda rodavam o XP. Migrar do XP para o Windows 7 é difícil. É preciso reinstalar tudo do zero. Por isso, muita gente recomendou aos usuários de XP que comprassem outro computador em vez de fazer essa migração. Muitos deles resolveram comprar um Mac. Eles estavam cansados dos problemas do Windows. O resultado é que vendemos 3,3 milhões de Macintosh no último trimestre, 33% mais unidades que no mesmo período do ano anterior.
Mac x PC
O Mac OS X é mais consistente, fácil de entender e estável que o Windows. Também é mais seguro, já que ele não sofre com os vírus criados para o Windows. O pacote de aplicativos iLife (que faz parte do sistema) é singular. E o recurso Time Machine integra o backup ao próprio sistema operacional. Não há nada parecido com ele no Windows. Basta conectar um HD externo para iniciar o backup.
Segurança
Quando criamos o Mac OS X, a internet já era muito popular. Por isso, nós projetamos o sistema para ser superseguro desde o início. E acho que tivemos sucesso. Isso não significa que as pessoas não devam ser cuidadosas ao navegar ou baixar coisas da internet. Mas o Mac OS X tem recursos que ajudam o usuário a tomar decisões melhores nessas situações. Achamos que o sistema é suficientemente seguro. Ainda assim, há pacotes de segurança para o Mac que podem dar mais tranquilidade ao usuário.
InfoOnline
Veja o que Brian Croll, vice-presidente da Apple responsável pelo marketing mundial do Mac OS.
Windows 7
Quando o Windows 7 foi lançado, 60% dos usuários de PC ainda rodavam o XP. Migrar do XP para o Windows 7 é difícil. É preciso reinstalar tudo do zero. Por isso, muita gente recomendou aos usuários de XP que comprassem outro computador em vez de fazer essa migração. Muitos deles resolveram comprar um Mac. Eles estavam cansados dos problemas do Windows. O resultado é que vendemos 3,3 milhões de Macintosh no último trimestre, 33% mais unidades que no mesmo período do ano anterior.
Mac x PC
O Mac OS X é mais consistente, fácil de entender e estável que o Windows. Também é mais seguro, já que ele não sofre com os vírus criados para o Windows. O pacote de aplicativos iLife (que faz parte do sistema) é singular. E o recurso Time Machine integra o backup ao próprio sistema operacional. Não há nada parecido com ele no Windows. Basta conectar um HD externo para iniciar o backup.
Segurança
Quando criamos o Mac OS X, a internet já era muito popular. Por isso, nós projetamos o sistema para ser superseguro desde o início. E acho que tivemos sucesso. Isso não significa que as pessoas não devam ser cuidadosas ao navegar ou baixar coisas da internet. Mas o Mac OS X tem recursos que ajudam o usuário a tomar decisões melhores nessas situações. Achamos que o sistema é suficientemente seguro. Ainda assim, há pacotes de segurança para o Mac que podem dar mais tranquilidade ao usuário.
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