Vamos conhecer alguns plugins que poderão ajudar a criar um site de e-commerce em Wordpress, com alguma facilidade e com muito dinamismo. Já existem inúmeras opções de plugins profissionais para Wordpress capazes de ajudá-lo a criar uma loja de e-commerce extremamente poderosa, portanto você deve selecionar aquele que lhe parece ser o mais completo e interessante. Fiz uma breve lista dos meus cinco favoritos. Veja.
Shopp
O Shopp é um plugin profissional para criação de soluções e-commerce em Wordpress. Ele é muito simples de instalar e gerir, e é praticamente compatível com qualquer tema Wordpress já existente. Algumas das suas competências incluem opções de drag & drop para múltiplas imagens de produtos, suporte para produtos físicos ou digitais, histórico de encomendas, notificações por email, pesquisa rápida de produtos, cálculo de custos de envio, descontos e códigos promocionais.
Opções de pagamento: 2Checkout.com, PayPal e Google Checkout. Disponíveis opcionalmente: Authorize.net, PayJunction, FirstData/LinkPoint, HSBC ePayments e eWay Payments.
WP-ECommerce
Com mais de 500 mil downloads já realizados, o plugin WP-eCommerce é seguramente o mais popular de e-commerce para Wordpress. Com versões gratuitas e premium disponíveis, uma extensiva lista de opções para gerir a sua loja de e-commerce e múltiplos métodos de pagamento, através de Paypal, Google Checkout, pagamentos manuais, entre outros, este plugin é verdadeiramente incrível do ponto de vista técnico.
eStore
Este plugin profissional para Wordpress permite criar rapidamente e de forma fácil um carrinho de compras para que possa comercializar produtos ou serviços digitais no seu blog, de forma automatizada e muito simples.
Opções de pagamento: PayPal, 2Checkout ou transações manuais.
PHP Purchase
O PHPurchase é um plugin premium que lhe permite criar facilmente um catálogo de produtos com várias customizações (tamanho, cor, etc.), oferece um painel de controle extremamente poderoso para gestão de encomendas, sistema de tracking de encomendas simplificado, possibilidade de criação de descontos, métodos e tipos de envios, entre outras opções.
Opções de pagamento: PayPal, Authorise.net, eProcessing Network e Quantum Gateway.
Shopper Press
Este é um plugin open source para criação de lojas e-commerce em Wordpress, que é na verdade perfeito para a comercialização de qualquer tipo de merchandise, serviços ou produtos digitais. Ele oferece praticamente todo tipo de funcionalidades que você poderá desejar num plugin de e-commerce, com uma série de extras igualmente interessantes. Permite integração com Adsense e ainda a possibilidade de importar artigos da Amazon, Ebay, ficheiros CSV ou Datafeedr.
O plugin ShopperPress inclui também acesso gratuito a mais de 20+ wordpress themes com arquivos .PSD incluídos, permitindo-lhe redesenhar e estilizar a sua loja de e-commerce de acordo com as suas necessidades.
Opções de pagamento: O ShopperPress tem integração com mais de 20 gateways para pagamento, nomeadamente: PayPal, PayWeb.ca, PayFast, 2C0, Google Checkout, Sage Pay e muitos outros.
Abraços,
Até a proxíma!
Imasters
segunda-feira, 12 de julho de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Criando plugins para a biblioteca jQuery - Normas Básicas
Os plugins são uma forma de ampliar o poder da framework, criando novos métodos e funcionalidades ao objeto jQuery, proporcionando aos desenvolvedores novas funcionalidades para suas páginas.
Na hora de criar um plugin para a biblioteca jQuery é preciso se atentar para algumas normas que irão assegurar que ele funcionará como deve e poderá ser utilizado por qualquer desenvolvedor, em qualquer página web.
Veja abaixo algumas normas, que são muito importantes:
* O arquivo que contém o código-fonte do plugin deve ter a seguinte nomenclatura: jquery.nome_do_plugin.js
* Insira as funções como novos métodos através da propriedade fn do objeto jQuery, assim os métodos do seu plugin serão convertidos em métodos do próprio objeto jQuery.
* Dentro dos métodos que insere como plugins, a palavra reservada "this" será uma referência ao objeto jQuery que recebe o método. Portanto, pode-se utilizar "this" para acessar qualquer prorpriedade do elemento da página que está sendo utilizada.
* Ao final de cada método do plugin deve ser colocado um ";" (ponto e vírgula), dessa forma o código-fonte pode comprimir e seguir funcionando corretamente.
* O método deve retornar o próprio objeto jQuery sobre o qual foi solicitada a execução do plugin. Isso é feito usando a expressão "return this", no final do código da função.
* Deve ser utilizado "this.each" para iterar sobre todo o conjunto de elementos que pode ter sido selecionado. Lembre-se que os plugins são chamados sobre objetos que são obtidos através de seletores e da função jQuery, e podem haver selecionado vários elementos e não somente um. Assim, com "this.each" será feita uma iteração sobre cada um dos elementos selecionados.
* Atribua o plugin sempre ao objeto jQuery, ao invés de fazer sobre o símbolo "$", assim os usuários poderão usar alias personalisados para o plugin através do método noConflict(), descartando os problemas que podem haver si dois plugins tiverem o mesmo nome.
As regras acima são suficientes para o desenvolvimendo de plugins simples, embora talvez em cenários mais complexos seja necessário aplicar outras normas para garantir que tudo funcione corretamente.
Para matar a curiosidade de muitos, vamos ver um pequeno exemplo de como seria a montagem de um plugin.
Abra o seu editor de código e crie um arquivo chamado jquery.primeiroplugin.js. Em seguida digite o código abaixo:
_________________________________
jQuery.fn.ocultar = function(){
this.each(function(){
jqElem = $(this);
jqElem.hide();
});
return this;
};
_________________________________
Está pronto o plugin. Agora basta fazer a inclusão do plugin na página e chamá-lo da seguinte forma dentro do seu arquivo de funções javascript ou na própria página onde será utilizado:
_________________________________
$(document).ready(function(){
$('#ocultar').click(function(){
$('.txtadicional').ocultar();
});
})
_________________________________
Você pode fazer um plugin mais robusto, que controle operações importantes, desde formulários de dados até a visualização e manipulação de objetos do DOM.
Na hora de criar um plugin para a biblioteca jQuery é preciso se atentar para algumas normas que irão assegurar que ele funcionará como deve e poderá ser utilizado por qualquer desenvolvedor, em qualquer página web.
Veja abaixo algumas normas, que são muito importantes:
* O arquivo que contém o código-fonte do plugin deve ter a seguinte nomenclatura: jquery.nome_do_plugin.js
* Insira as funções como novos métodos através da propriedade fn do objeto jQuery, assim os métodos do seu plugin serão convertidos em métodos do próprio objeto jQuery.
* Dentro dos métodos que insere como plugins, a palavra reservada "this" será uma referência ao objeto jQuery que recebe o método. Portanto, pode-se utilizar "this" para acessar qualquer prorpriedade do elemento da página que está sendo utilizada.
* Ao final de cada método do plugin deve ser colocado um ";" (ponto e vírgula), dessa forma o código-fonte pode comprimir e seguir funcionando corretamente.
* O método deve retornar o próprio objeto jQuery sobre o qual foi solicitada a execução do plugin. Isso é feito usando a expressão "return this", no final do código da função.
* Deve ser utilizado "this.each" para iterar sobre todo o conjunto de elementos que pode ter sido selecionado. Lembre-se que os plugins são chamados sobre objetos que são obtidos através de seletores e da função jQuery, e podem haver selecionado vários elementos e não somente um. Assim, com "this.each" será feita uma iteração sobre cada um dos elementos selecionados.
* Atribua o plugin sempre ao objeto jQuery, ao invés de fazer sobre o símbolo "$", assim os usuários poderão usar alias personalisados para o plugin através do método noConflict(), descartando os problemas que podem haver si dois plugins tiverem o mesmo nome.
As regras acima são suficientes para o desenvolvimendo de plugins simples, embora talvez em cenários mais complexos seja necessário aplicar outras normas para garantir que tudo funcione corretamente.
Para matar a curiosidade de muitos, vamos ver um pequeno exemplo de como seria a montagem de um plugin.
Abra o seu editor de código e crie um arquivo chamado jquery.primeiroplugin.js. Em seguida digite o código abaixo:
_________________________________
jQuery.fn.ocultar = function(){
this.each(function(){
jqElem = $(this);
jqElem.hide();
});
return this;
};
_________________________________
Está pronto o plugin. Agora basta fazer a inclusão do plugin na página e chamá-lo da seguinte forma dentro do seu arquivo de funções javascript ou na própria página onde será utilizado:
_________________________________
$(document).ready(function(){
$('#ocultar').click(function(){
$('.txtadicional').ocultar();
});
})
_________________________________
Você pode fazer um plugin mais robusto, que controle operações importantes, desde formulários de dados até a visualização e manipulação de objetos do DOM.
Mais de 3 milhões pessoas aderiram ao DDA
BRASÍLIA - O Débito Direto Autorizado (DDA), que completará seis meses amanhã, já conta com 3,2 milhões de clientes cadastrados e 72,8 milhões de boletos eletrônicos gerados pelo novo sistema, segundo a Federação Brasileira de Bancos.
O serviço permite a quem vai pagar uma conta ter maior facilidade de controle dos boletos a pagar, reduzir documentos para manusear – em especial no caso das empresas – e certeza de recebimento de boletos dentro do prazo esperado. Para o cedente, será possível ter maior controle do fluxo das cobranças emitidas e a garantia de entrega dos boletos.
O serviço tem dispositivos de alerta de recebimento de boletos eletrônicos para os usuários, como mensagens em celulares e Internet Banking.
O acesso aos boletos eletrônicos dispensa o recebimento do documento impresso. Basta apenas fazer o cadastramento nos bancos. São 33 bancos que operam o DDA, responsáveis por 99,2% do volume de boletos emitidos no mercado. Os boletos ficam disponíveis nos canais eletrônicos desenvolvidos pelos bancos.
Segundo a Febraban, estão mantidas as ações dos bancos para que os clientes cobradores (emitentes) utilizem a cobrança registrada. O objetivo é que aumente o número de boletos eletrônicos disponíveis no DDA para a população.
O DDA foi idealizado pela Febraban e a Câmara Interbancária de Pagamentos, conhecida como braço tecnológico das instituições financeiras do Brasil.
INFO ONLINE.
O serviço permite a quem vai pagar uma conta ter maior facilidade de controle dos boletos a pagar, reduzir documentos para manusear – em especial no caso das empresas – e certeza de recebimento de boletos dentro do prazo esperado. Para o cedente, será possível ter maior controle do fluxo das cobranças emitidas e a garantia de entrega dos boletos.
O serviço tem dispositivos de alerta de recebimento de boletos eletrônicos para os usuários, como mensagens em celulares e Internet Banking.
O acesso aos boletos eletrônicos dispensa o recebimento do documento impresso. Basta apenas fazer o cadastramento nos bancos. São 33 bancos que operam o DDA, responsáveis por 99,2% do volume de boletos emitidos no mercado. Os boletos ficam disponíveis nos canais eletrônicos desenvolvidos pelos bancos.
Segundo a Febraban, estão mantidas as ações dos bancos para que os clientes cobradores (emitentes) utilizem a cobrança registrada. O objetivo é que aumente o número de boletos eletrônicos disponíveis no DDA para a população.
O DDA foi idealizado pela Febraban e a Câmara Interbancária de Pagamentos, conhecida como braço tecnológico das instituições financeiras do Brasil.
INFO ONLINE.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
´O Windows 7 nos ajudou´, diz Apple
Brian Croll, vice-presidente da Apple, diz que o Windows 7 contribuiu para aumentar as vendas do Mac.
Veja o que Brian Croll, vice-presidente da Apple responsável pelo marketing mundial do Mac OS.
Windows 7
Quando o Windows 7 foi lançado, 60% dos usuários de PC ainda rodavam o XP. Migrar do XP para o Windows 7 é difícil. É preciso reinstalar tudo do zero. Por isso, muita gente recomendou aos usuários de XP que comprassem outro computador em vez de fazer essa migração. Muitos deles resolveram comprar um Mac. Eles estavam cansados dos problemas do Windows. O resultado é que vendemos 3,3 milhões de Macintosh no último trimestre, 33% mais unidades que no mesmo período do ano anterior.
Mac x PC
O Mac OS X é mais consistente, fácil de entender e estável que o Windows. Também é mais seguro, já que ele não sofre com os vírus criados para o Windows. O pacote de aplicativos iLife (que faz parte do sistema) é singular. E o recurso Time Machine integra o backup ao próprio sistema operacional. Não há nada parecido com ele no Windows. Basta conectar um HD externo para iniciar o backup.
Segurança
Quando criamos o Mac OS X, a internet já era muito popular. Por isso, nós projetamos o sistema para ser superseguro desde o início. E acho que tivemos sucesso. Isso não significa que as pessoas não devam ser cuidadosas ao navegar ou baixar coisas da internet. Mas o Mac OS X tem recursos que ajudam o usuário a tomar decisões melhores nessas situações. Achamos que o sistema é suficientemente seguro. Ainda assim, há pacotes de segurança para o Mac que podem dar mais tranquilidade ao usuário.
InfoOnline
Veja o que Brian Croll, vice-presidente da Apple responsável pelo marketing mundial do Mac OS.
Windows 7
Quando o Windows 7 foi lançado, 60% dos usuários de PC ainda rodavam o XP. Migrar do XP para o Windows 7 é difícil. É preciso reinstalar tudo do zero. Por isso, muita gente recomendou aos usuários de XP que comprassem outro computador em vez de fazer essa migração. Muitos deles resolveram comprar um Mac. Eles estavam cansados dos problemas do Windows. O resultado é que vendemos 3,3 milhões de Macintosh no último trimestre, 33% mais unidades que no mesmo período do ano anterior.
Mac x PC
O Mac OS X é mais consistente, fácil de entender e estável que o Windows. Também é mais seguro, já que ele não sofre com os vírus criados para o Windows. O pacote de aplicativos iLife (que faz parte do sistema) é singular. E o recurso Time Machine integra o backup ao próprio sistema operacional. Não há nada parecido com ele no Windows. Basta conectar um HD externo para iniciar o backup.
Segurança
Quando criamos o Mac OS X, a internet já era muito popular. Por isso, nós projetamos o sistema para ser superseguro desde o início. E acho que tivemos sucesso. Isso não significa que as pessoas não devam ser cuidadosas ao navegar ou baixar coisas da internet. Mas o Mac OS X tem recursos que ajudam o usuário a tomar decisões melhores nessas situações. Achamos que o sistema é suficientemente seguro. Ainda assim, há pacotes de segurança para o Mac que podem dar mais tranquilidade ao usuário.
InfoOnline
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Como tornar o Windows menos pentelho?
Começou um novo ano e você quer mudar sua vida, certo? Mas, antes de parar de fumar, emagrecer e ser uma pessoa ecologicamente correta, que tal acabar com as mensagens mais pentelhas do Windows?Apesar de ter as melhores intenções, o Windows enche o seu saco diariamente com mensagens que servem apenas para encher seu saco. Dois exemplos: a obrigatoriedade de reiniciar o sistema depois de baixar o Windows Update e o pedido para envio de Relatório de Erros, sempre que algum aplicativo falha. Com um pouco de malícia, dá para desativar essas duas chatices. A seguir, veja como;
ADEUS AO RELATÓRIO
Para evitar que, depois de um crash, o Windows peça que você envie um relatório de erros para a Microsft, faça o seguinte procedimento;
No Windows XP, clique com o botão direito do mouse no ícone Meu Computador e escolha Propriedades. Clique sobre a aba Avançado e depois aperte o botão Relatório de Erros. Daí é só marcar a opção Desativar Relatório de Erros. Também é bom desmarcar o item “Notificar-me quando ocorrerem erros críticos”.
No Windows 7, essa opção está escondida dentro da Central de Ações. Acesse-a digitando seu nome no campo de buscas da barra Iniciar e, na janela que vai aparecer, clique no link Alterar as configurações da Central de Ações. Lá, você poderá escolher quais mensagens de alerta o Windows 7 vai ou não mostrar.
EU REINICIO QUANDO EU QUERO
Para evitar que o Windows Update exija o reinicio da máquina no Windows XP. É precisa usar o editor de registros do Windows. Para tanto, vá ao menu Iniciar, clique em Executar e digite regedit e depois tecle Enter. Dentro do aplicativo que abrirá, procure pelo seguinte registro:
HKEY_LOCAL_MACHINE\
SOFTWARE\
Policies\
Microsoft\
Windows\
WindowsUpdate\AU
Quando chegar lá, clique com o botão direito do mouse, escolha NOVO e depois Valor DWORD. Depois insira o seguinte nome na entrada (assim mesmo, com tudo junto): NoAutoRebootWithLoggedOnUsers e use o valor 1 (no campo, Dados do Valor).
Dessa forma, o Windows não vai reiniciar sozinho depois de ter feito o Update.
Nunca é demais lembrar que é preciso de cuidado ao editar o Registro do Windows. Se você não tem certeza sobre o que está fazendo, melhor não arriscar.
Info Online
Tome cuidado com a moeda verde no orkut
Abusando dos inocentes, os velhos criminosos virtuais acharam uma forma bem eficiente de espalhar vírus e malware para os usuários dos aplicativos orkut.A mais popular até o momento é pegadinha da moeda verde, utilizada no aplicativo Colheita Feliz. O princípio do jogo é o mesmo do FarmVille, no Facebbok. Você é um fazendeiro que precisa comprar itens e plantar sementes para prosperar.
Alguns itens só podem ser comprados com as tais moedas, que precisam ser compradas. É aí que mora o perigo. Sites, blogs e spam dizem que existem formas de conseguir as tais moedas verdes trapaceando por meio de scripts ou links miraculosos.
Usuários gananciosos e que nem fazem idéia do significado do termo “segurança da informação” são os primeiros a clicar nos links fornecidos e a contrair vírus e malware.
Se você é um administrador de sistemas, avise seus usuários sobre os riscos e as consequências de infectar as máquinas da empresa.
Se você for um usuário contaminado… Procure uma solução de segurança na internet e faça varreduras completas, daquelas mais demoradas, para limpar a sua máquina. Lembre-se de conferir as atualizações do programa escolhido.
Info Online
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Conheça o modo todo poderoso do Windows 7
Um truque permite criar um superpainel de controle no Windows 7, concentrando uma enorme lista de configurações do sistema no mesmo local.Usuários americanos apelidaram o superpainel de God Mode (Modo Deus). Esse é o nome daquele modo em que o protagonista de um jogo de ação ganha munição infinita e todas as armas disponíveis. O apelido é um exagero, é claro. Mas o truque – uma espécie de “ovo de Páscoa” escondido no Windows 7 – não deixa de ser interessante. Ativar o modo todo poderoso é simples. Basta criar uma pasta e dar a ela um nome com um código hexadecimal específico como extensão. Tente, por exemplo, este nome:
PoderTotal.{ED7BA470-8E54-465E-825C-99712043E01C}
Feito isso, a pasta passa a ser identificada com o ícone do Painel de Controle. Dentro dela, aparecem dezenas de ícones para acesso a configurações do sistema. Me disseram que isso funciona também no Windows Vista. Mas, num teste rápido que fiz no INFOLAB, não funcionou. Cada vez que eu tentava abrir, apagar ou renomear a pasta, o Windows Explorer travava e era reiniciado. Já no Windows 7 não houve problemas e o superpainel funcionou como esperado.
Info OnLine
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