quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Conheça o modo todo poderoso do Windows 7

Um truque permite criar um superpainel de controle no Windows 7, concentrando uma enorme lista de configurações do sistema no mesmo local.

Usuários americanos apelidaram o superpainel de God Mode (Modo Deus). Esse é o nome daquele modo em que o protagonista de um jogo de ação ganha munição infinita e todas as armas disponíveis. O apelido é um exagero, é claro. Mas o truque – uma espécie de “ovo de Páscoa” escondido no Windows 7 – não deixa de ser interessante. Ativar o modo todo poderoso é simples. Basta criar uma pasta e dar a ela um nome com um código hexadecimal específico como extensão. Tente, por exemplo, este nome:

PoderTotal.{ED7BA470-8E54-465E-825C-99712043E01C}

Feito isso, a pasta passa a ser identificada com o ícone do Painel de Controle. Dentro dela, aparecem dezenas de ícones para acesso a configurações do sistema. Me disseram que isso funciona também no Windows Vista. Mas, num teste rápido que fiz no INFOLAB, não funcionou. Cada vez que eu tentava abrir, apagar ou renomear a pasta, o Windows Explorer travava e era reiniciado. Já no Windows 7 não houve problemas e o superpainel funcionou como esperado.

Info OnLine

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Plano nacional de banda larga

O Ministério das Comunicações entregou ao presidente Lula um estudo de 197 páginas que prevê a criação de um plano nacional de banda larga.
A ideia é reunir R$ 75 bilhões em investimentos públicos e privados nas redes de telefonia até 2014 e levar banda larga de pelo menos 1 Mbps a todos os municípios brasileiros por preços acessíveis pelas populações de baixa renda.

O centro do plano é usar redes de fibra óptica que já existem pelo país, mas estão ociosas e criar conexões com redes móveis para atender zonas rurais e municípios afastados dos grandes centros.
O principal debate, no momento, é qual o melhor modelo para gerir os investimentos nesta rede.

Veja o PDF com a íntegra do projeto

Estão na disputa pelo menos três ideias, uma que prevê a criação de uma grande estatal, sob o nome da Telebrás, para fornecer banda larga, outra que prevê a entrega das redes públicas à iniciativa privada e um terceiro modelo, que prevê conjugar empresas públicas e privadas para administrar a nova rede. Veja abaixo os principais pontos do plano.

Qual o objetivo do plano nacional de banda larga?

Organizar investimentos públicos e privados para aumentar a concorrência no setor de banda larga nas grandes cidades e levar internet até os municípios que não contam com serviço de qualidade.

O programa prevê duas fazes. Na primeira, com conclusão em 2012, todas as regiões do país seriam atendidas, exceto a Norte. Na segunda, com conclusão em 2014, o plano atenderia às regiões afastadas do Norte do Brasil, como os municípios da Amazônia.
A meta é conectar à web 50% dos domicílios brasileiros até 2014 o que permitiria que mais de 90 milhões de brasileiros tenham internet em casa, além daqueles pode podem usar a web no trabalho, em escolas e centros públicos. De acordo com o Ministério das Comunicações, atualmente 17,8% dos domicílios têm acesso à web.

Como a internet vai chegar até os novos usuários?

O plano do governo é usar como base redes de fibra óptica sob seu controle e que estão ociosas, como as redes construídas pela Petrobrás e Eletrobrás, o que inclui a rede de Furnas.
Além disso, o governo espera obter o controle sobre uma rede da Eletronet, empresa falida que detém 16 mil quilômetros de fibras espalhados pelo Brasil. Para isso, o governo precisará entrar em acordo com os credores da Eletronet, o que inclui grandes empresas como a Alcatel-Lucent, que briga na Justiça para receber por serviços não pagos.

Quando tiver esta grande rede em mãos, o governo prevê fazer novos investimentos para melhorar a rede e criar conexões sem fio entre os pontos onde termina o cabeamento de fibra óptica e os pequenos municípios brasileiros. Uma das ideias é usar conexões de rádio para atender às zonas rurais.

Para fazer estes investimentos o governo espera usar recursos do Funtel, um fundo público usado para ampliar o acesso à telefonia no país. Depois de feitos todos os investimentos, o governo precisa decidir quem administrará essa nova rede. Há três propostas em debate: uma estatal, outra privada e uma mista.

1 -Modelo estatal

Defendido pelo Ministério do Planejamento, o modelo estatal prevê que toda a rede fique sob controle da Telebrás.
A empresa pública gerenciaria a rede e venderia serviços de banda larga diretamente ao consumidor. O Ministério avalia que, uma vez que o governo fez todos os investimentos sozinho, ele é quem merece ficar com o controle da rede. Nesse cenário, a Telebrás atuaria como uma concorrente das empresas já estabelecidas, como Telefônica, GVT, NET e Oi.

Ponto a favor: O governo terá total liberdade para definir preços e usar sua rede com finalidades sociais, além de pressionar as teles privadas a melhorar seus serviços para não perder clientes para a Telebrás.

Ponto negativo: Concentra todos os investimentos no poder público e há o risco de o modelo estatal não ser o mais eficiente para atender os consumidores.

2 - Gerencia Privada

Defendida pelo Ministério das Comunicações, o modelo privado entregaria às grandes teles a infraestrutura da nova rede.
Para levar web até as zonas rurais e pequenas cidades, o governo ofereceria incentivos fiscais para compensar as teles por atender regiões onde não há interesse econômico. Além disso, o projeto prevê o compartilhamento das redes móveis em regiões afastadas, diminuindo o custo das teles.

Ponto a favor: Permite atrair investimentos privados e entrega a gestão às companhias que já têm expertise no setor.

Ponto negativo: Não aumenta a competição no setor e não garante preços baixos pelo serviço, já que as teles teriam liberdade para definir seus preços.

3 - Gerencia Mista

Defendida pelo Ministério da Casa Civil, o modelo misto deixa toda a gestão da rede sob os cuidados da Telebrás.
A companhia pública, no entanto, não atenderia diretamente aos consumidores, mas apenas pequenos provedores. Estas empresas é que seriam responsáveis pelo serviço de última milha, ou seja, levar a conexão até a casa do usuário. O Estado pode operar como provedor apenas pontualmente, nas regiões rurais onde não houver interesse de empresas privadas.

Ponto a favor: O modelo criaria milhares de novos concorrentes no setor de banda larga para competir com as empresas tradicionais.

Ponto negativo: Não agrada aos interesses das teles e concentraria todos os investimentos em infraestrutura no setor público.

Quais são as dúvidas do presidente Lula?

Caberá ao presidente escolher qual o melhor modelo. O presidente pediu mais estudos pois não há certeza sobre a viabilidade jurídica de vários aspectos do programa nem está claro de onde virá o dinheiro para o programa.

Existe a chance, por exemplo, de o governo não obter sinal verde para sacar recursos do Funtel e usá-los em banda larga, já que o estatuto do fundo prevê gastos para melhorar o acesso à telefonia tradicional.

Também há dúvidas sobre como resolver, na Justiça, o imbróglio que envolve a Eletronet. A Presidência quer segurança de que será possível usar a rede ociosa já no início de 2010. Se o caso se arrastar na Justiça, o programa pode fracassar.
Lula deve anunciar sua decisão em até três semanas. O presidente tem pressa em decidir a questão pois, entre outros motivos, espera usar o programa como argumento a favor de seu governo durante as eleições do ano que vem.

Info Online

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

EUA aprovam uso de células-tronco éticas

Cápsulas para armazenamento de células-tronco: críticos argumentam que este processo está errado porque destrói embriões.

WASHINGTON - O governo americano aprovou ontem o primeiro lote de células-tronco humanas embrionárias, permitindo a pesquisadores utilizá-las para conseguir milhões de dólares em fundos federais, como havia prometido Barack Obama em março.

Os lotes, chamados de fileiras, foram desenvolvidos por dois pesquisadores da Universidade de Harvard e da Universidade de Rockfeller com incentivos federais, segundo Francis Collins, diretor dos Institutos Nacionais de Saúde.

"Hoje estamos anunciando a aprovação das 13 primeiras fileiras de células-tronco", disse Collins.

Em março, o presidente americano Barack Obama suspendeu restrições para pesquisas de células-tronco humanas embrionárias estabelecidas pelo seu predecessor George W. Bush.

Entretanto, Obama não pode suspender uma restrição imposta pelo Congresso, chamada de emenda Dickey-Wicker, que proíbe o uso de dinheiro federal para produzir essas células, o que exige a destruição de um embrião humano. A decisão, contudo, torna possível que pesquisadores utilizem verba federal para trabalhar com células já desenvolvidas.

Os Institutos Nacionais de Saúde organizaram um painel para decidir quais fileiras de células-tronco estão adequadas às restrições éticas. Essas células, por exemplo, precisam ser feitas a partir de um embrião doado por sobras de clínicas de fertilização e os genitores devem assinar detalhados documentos concordando com o uso científico do material.

Células-tronco são as principais células produzidas pelo corpo. Elas criam embriões com um dia de vida e tem o poder de desenvolver todas as outras células e tecidos do corpo.

Cientistas esperam usá-las para transformar a medicina, criando novos tecidos e reparando defeitos. Críticos argumentam que este processo está errado porque destrói embriões.

InfoOnline

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Rohos Mini Drive criptografa dados do pen drive

Para quem quer levar dados criptografados no pen drive, o Rohos Mini Drive é uma boa solução. Ele permite a criação de uma partição escondida, com dados criptografados com algoritmo AES de 256 bits.

A partição criada só aparece ao rodar o programa (e teclar a senha, claro), que fica na raiz do pen drive. Se o disco USB for encaixado na máquina originalmente usada para instalar o Rohos Mini Drive, a área escondida é detectada automaticamente, exigindo apenas a senha.

O programa ainda pode travar o conteúdo com uma combinação de teclas e usar o pen drive como requisito para entrar no sistema.

Download

Info Online

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Chrome OS fará um baita estrago no Windows

Bill Gates e Steve Ballmer devem estar com insônia até hoje. O sistema operacional Chrome OS é a primeira ameaça real ao monopólio do Windows.

Os trolls windowsmaníacos (sim, esses seres estranhos e perigosos existem e rondam o site da INFO) vão me jogar pedras ali nos comentários, mas terão que se conformar com o fim dos dias de glória do “Janelas” (nome carinhoso dado pelo leitor André Mendes de Matos). Para entender os motivos dessa catástrofe anunciada, é necessário pensar fora da “caixinha”. Não somos nós, usuários médios e avançados, o público-alvo do Google. Eu e você fazemos parte de uma minoria microscópica. O foco do Chrome OS é o público leigo, maioria incontestável da população – quem é técnico de informática sabe do que estou falando.

São pessoas que mal sabem instalar um programa (ou não têm paciência para aprender), que lotam o PC de vírus de tanto clicar em anexos contaminados de e-mail e que vivem caindo em golpes de crackers. Para elas, o Chrome OS será uma bênção. Extremamente rápido e fácil de usar, o novo sistema operacional do Google defende-se sozinho dessas escorregadas. Ele é capaz de perceber se algum arquivo foi modificado e de fazer o reparo por conta própria. É como puxar o rabo de uma lagartixa – ele vai crescer de novo e ficará tudo bem. Esse mesmo público leigo só quer saber de navegar na web.

Mas mesmo os usuários médios vão se contentar com o Chrome OS. O Google está trabalhando para fazer com que aplicativos mais complexos – leia-se Photoshop, games e similares – rodem no navegador, via Native Client, com excelente desempenho. É bem provável que eles consigam a façanha, porque os desenvolvedores da empresa têm trabalhado duro para isso. Vale lembrar ainda que o Office online já deverá ter sido lançado no fim do ano que vem, o que suprirá a dependência de Word, Excel e afins.

Quem também deve mergulhar de cabeça no Chrome OS são empresas pequenas, médias e grandes. Isso porque o sistema operacional do Google armazena tudo na nuvem e criptografa os arquivos que forem gravados no netbook. Basta se logar com a conta Google para acessar esse conteúdo, de qualquer equipamento. Perdas e roubos não serão mais um problema sério, e o gasto com as equipes de manutenção poderá ser reduzido drasticamente.

A grande surpresa está no fato de o Google ter escolhido lançar o Chrome OS num modelo de negócios semelhante ao da Apple. O pessoal de Mountain View não está preocupado em preparar um sistema instalável por qualquer pessoa. Ele já virá em uma máquina, que terá especificações ditadas pela empresa. O objetivo será vender hardware com o software “gratuito” e pronto para uso. Será o Linux mais moleza do planeta. O pagamento pelo sistema operacional virá, na verdade, dos cliques que o usuário certamente dará nos anúncios do Google. Fora que a empresa também terá acesso ao perfil completo dessas pessoas, uma quantidade de dados qualificados que vale ouro.

Não acho que isso acabará com o Windows, o Mac OS ou o Linux. No Brasil e em países do hemisfério Sul, onde a banda larga é um lixo, talvez o sistema do Google nunca faça sucesso. Mas certamente abocanhará uma parte importante do mercado nos Estados Unidos e da Europa, fato que só tende a se agravar à medida que o Chrome OS evoluir para notebooks e desktops (objetivo final do plano de dominação arquitetado por Sergey Brin e Larry Page).

O “Janelas” vai sofrer um bocado. Não acho que isso seja o melhor dos mundos ou o começo de uma revolução. Google e Microsoft são corporações muito mais parecidas do que muita gente imagina. As duas multinacionais só pensam em lucrar a qualquer custo. Para o bem da humanidade, melhor seria se o Ubuntu, que é realmente livre, evoluísse a ponto de bater em todos os rivais.

Info OnLine

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

O Gmail comanda seu PC a distância

Use o serviço de webmail do Google para acessar arquivos e controlar remotamente outro computador.

Se você vive com o Gmail aberto, o Yoics pode funcionar como um gadget para acesso remoto com apenas um clique. Para isso, instale o software, configurando um login e uma senha para o acesso. Depois, acesse o Gmail e clique em Settings. Acesse a guia Labs e habilite a opção Add Any Gadget By URL. Passe à guia Gadgets, digite http://www.yoics.com/gadgets/ YoicsBetaGadget.xml e clique em Add. No gadget do Yoics, tecle seu usuário e senha. É possível acessar arquivos e controlar o desktop remoto, além de visualizar as imagens de uma webcam ligada ao PC. Mas o Gmail precisa estar na versão em inglês para que você acesse essas configurações.

INFO ONLINE.

Compra da 3Com pela HP prejudica Cisco

Fábrica da HP em Palo Alto: companhia vem tentando entrar no mercado da Cisco com a sua linha ProCurve de equipamentos de rede.

SAN JOSE - A aquisição da 3Com pela HP por 2.7 bilhões de dólares é um tiro na Cisco Systems, além de um sinal de que as relações entre gigantes da tecnologia estão tensas.

A HP anunciou hoje que concordou em pagar 7,90 dólares por ação da 3Com, valor 39% acima do preço de mercado da companhia. A 3Com fabrica roteadores e switches que direcionam tráfego de internet, por exemplo.

A HP também melhorou sua projeção para 2010 e divulgou um balanço preliminar do trimestre que superou expectativas de Wall Street. Não foram apontados motivos concretos da melhora da perspectiva, somente o CEO da companhia, Mark Hurd, disse que houve um significativo crescimento das vendas na China.

A compra da 3Com representa a mais recente tentativa da HP, maior fabricante de computadores do mundo, de expandir seus negócios para outras áreas.

Umas das áreas em que a HP planeja ingressar é a de redes de computadores, mercado dominado pela Cisco.

"Todos os clientes com que falo me pedem para ampliar os negócios nesse setor", comentou David Donatelli, vice-presidente de servidores corporativos da HP.

A HP vem tentando entrar no mercado da Cisco com a sua linha ProCurve de equipamentos de rede, que embora esteja crescendo, continua respondendo por uma pequena porcentagem da receita da companhia. Com a 3Com, a HP aumenta suas ofertas de equipamentos de rede e a sua presença na China, já que mais da metade da receita anual de 1,3 bilhão de dólares da 3Com vem do país.

O acordo também significa que a HP efetivamente está mirando mais áreas em que a Cisco tem forte presença.

A novidade mostra como as grandes empresas de tecnologia que fornecem infraestrutura computacional corporativa estão se consolidando rapidamente conforme tentam se tornar provedoras de produtos e serviços variados.

INFO ONLINE