quinta-feira, 30 de julho de 2009

D300s, a nova câmera da Nikon, grava em 720p

A Nikon acaba de atualizar sua linha de câmeras reflex. A D300s incorpora gravação de vídeos em alta resolução, mas continua com o sensor CMOS de 12,3 MP.

O destaque da recém-nascida é a capacidade de gravar filmes de até 1280 por 720 pixels com velocidade de até 24 frames por segundo. Ela tem sistema de autofoco de 51 pontos e velocidade para fazer fotos de 7 frames por segundo.

No corpo de 14,7 por 11,4 por 7,4 centímetros, a D300s empacota um LCD de 3 polegadas – exatamente como sua antecessora D300 – e entrada dupla para cartões SD e CF. Entre outras configurações, ela é equipada com sistema de reconhecimento de cenas.

De acordo com o fabricante, a D300s deve chegar ao mercado já no próximo mês e o preço sugerido é de 1799,95 dólares.

INFO Online

BL40 Chocolate, o celular de cinema da LG

Para acabar com a ansiedade dos chocólatras e cinéfilos de plantão, a LG, finalmente, liberou fotos decentes do seu BL40, o novo celular Chocolate.

Agora, é completamente oficial: o novo Chocolate, de fato, é o primeiro celular do universo (ops, talvez nem tanto) a apresentar uma tela sensível ao toque (em telefones móveis) com formato de 21:9 – igualzinho àquele usado nas telas de cinema (o que acaba deixando o celular um pouco esticado). Ela tem resolução de 800 por 345 pixels e 4 polegadas.

O celular da LG, pelo jeito, segue a proposta de ser bonitão por fora e interessantíssimo por dentro. Ele vem com uma interface em formato 3D baseado em flash e tem 3G, Wi-Fi, Bluetooth e transmissor FM.

Ele deve chegar ao mercado já em agosto. Por enquanto, preços e data correta não foram divulgados.

INFO Online

terça-feira, 28 de julho de 2009

Sucesso na web da animação de gatinho

O inglês Simon Tofield lança uma nova animação da série Simon’s Cat na internet.

Lançado na sexta, o episódio Fly Guy já foi visto mais de 315 mil vezes. Recomendadíssimo, sobretudo para quem tem ou já teve gatos.

Abaixo 3 episodios.





Rafael Loos

Após dançar na igreja, noivos viram celebridades

O jovem casal americano Kevin e Jill está com dificuldades para curtir a lua-de-mel a dois após um vídeo em que dançam na igreja ao som de Forever, de Chris Brown, tornar-se o hit mais quente da semana no YouTube, com quase nove milhões de exibições.


Noivos, padrinhos e sacudidas vovós rodopiam e rebolam numa coreografia bem azeitada que deixa claro que tudo foi cautelosamente ensaiado para a cerimônia.

Semanas antes, outro casamento ganhou fama na web por encenar uma versão black-tie de Thriller. O novo vídeo, no entanto, é mais surpreendente por executar a performance dentro da igreja e não no salão de festas.


Publicar o casamento no YouTube, aliás, virou lugar comum entre noivos. Empresas especializadas em eventos já colocam na lista de seus serviços um clipe resumido da cerimônia para publição online.

É um modo menos massacrante de compartilhar o evento com amigos do que os encontros pós-casório em que as visitas são obrigadas a assistir um DVD de uma, duas ou três horas.

No Brasil, os admiradores de Kevin e Jill já preparam versões tropicalizadas do viral. Não estranhe se, ao passar por uma igreja, ver uma noiva caminhar para o altar aos passos da Banda Carrapicho ou ao som de sucessos de Joelma e Chimbinha.

INFO OnLine

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Executivo diz que Android vai invadir casas

SÃO PAULO – Bill Brown, vice-presidente de marketing da Touch Revolution, afirmou que os fabricantes de eletrônicos devem lançar dispositivos específicos para o Android, do Google, ainda em 2009.

O executivo disse à Forbes que companhias famosas passarão a produzir os mais variados tipos de produtos nas seguintes categorias: sistemas para controle doméstico, dispositivos de mídia e telefones residenciais baseados no sistema operacional.
Ele ainda acredita que cada produto trará conexão Wi-Fi e telas sensíveis ao toque que devem variar entre 4,3 e 10 polegadas. Alguns deles funcionarão como tablet PCs, chegando a ganhar espaço nas paredes de salas e cozinhas.

Os principais motivos pela suposta adoção do sistema seriam a sua versatilidade, recursos para interfaces sensíveis ao toque e distribuição gratuita.

A própria Touch Revolution já anunciou um “desk-phone”, chamado Nimble, com tela de 7 polegadas touchscreen e o Android. Brown informou que o aparelho deve chegar ao mercado só em 2010.

INFO ONline

domingo, 19 de julho de 2009

O iPod shuffle ficou ainda menor... e agora fala!















O iPod shuffle já se consagrou como o tocador de música mais indicado para quem curte ouvir um som na academia ou na hora da corrida. Agora o caçulinha da Apple passou por um belo regime de emagrecimento e ganhou funções inteligentes. É possível controlar sua playlist sem encostar um dedo no player – basta pressionar os botões do fone para trocar de faixa, mexer no volume e até chamar uma locutora, que diz qual faixa está tocando.

Para ficar pequeno assim, o shuffle perdeu aqueles controles em forma de círculo na carcaça. O corpo do player é o mais simples possível, com um clipe para prender o aparelho na roupa, um conector P2, no qual se encaixa o fone de ouvido, e um seletor com três posições. Ele apenas liga o aparelho e seleciona o modo de reprodução, que pode ser contínuo ou aleatório.

Todas as demais funções estão no fone, que exige um manual de instruções e boa memória de quem usa o tocador. Anote os comandos aí: com um clique, o botão central pausa a reprodução. Com dois, ele avança uma faixa, e com três, retrocede. O problema é a localização do controle. Se ele ficasse mais embaixo, exatamente na junção dos fios, seria mais fácil para o usuário enxergar o que está apertando.

Mantendo a tecla pressionada, aparece o recurso mais legal – o VoiceOver entra em ação e fala o nome da música. Além de interessante, a funcionalidade é necessária, pois não há um display mostrando informações sobre a faixa. Nos testes realizados pelo INFOLAB, tudo funcionou bem. Na maioria das vezes, o sotaque foi claro, nas músicas em inglês e também nas brasileiras. Mas, neste caso, a locutora falou em português de Portugal.

Ache uma música em mil
O maior problema do iPod shuffle é a navegação pelas faixas. Segundo a própria Apple, os 4 GB do player podem receber cerca de mil músicas (considerando canções de quatro minutos no formato AAC, comprimidas em 128 Kbps). Como não dá para saltar entre álbuns ou pastas, imagine só a dificuldade na hora de encontrar uma música específica.

Pelo menos o tocador reconhece playlists e permite navegar entre elas. Para isso, é necessário manter o botão pressionado por mais de três segundos. O player diz o nome do artista e da faixa, depois enumera todas as listas carregadas. Quando o usuário ouve a desejada, basta soltar e pressionar o botão uma vez, aí o player começa a tocar a playlist. Por esse motivo, o shuffle acaba sendo mais indicado para quem gosta de usar a reprodução aleatória ou para quem está acostumado a criar listas.

A transferência de faixas e a recarga da bateria são feitas por meio de um cabo USB/P2. Infelizmente, como em todos os players da Apple, não dá para arrastar e soltar arquivos de música diretamente na pasta do shuffle. É preciso usar o iTunes, e tem que ser a versão mais nova (8.1). Continuam faltando no aparelho um equalizador e um receptor de rádio FM. E o usuário também terá problemas se o fone quebrar, pois com um modelo genérico o player só funciona em modo aleatório.

INFO ONLINE

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Chrome OS mira Windows e atinge Ubuntu

Ninguém sabe se o Google Chrome OS vai conseguir desbancar o Windows. O sistema operacional, no entanto, tem tudo para prejudicar o Ubuntu.

Um dos primeiros a levantar o alerta foi o jornalista Renai LeMay, da ZDNET Australia. LeMay destacou que o Linux sofre há décadas com a fragmentação. É a mais pura verdade. Centenas de distribuições surgiram, cresceram e morreram, e uma parte do trabalho de um monte de desenvolvedores se perdeu no meio desse processo. Se desde o início todo o esforço tivesse sido concentrado em um algumas versões, o resultado seria outro – e talvez houvesse um sistema operacional livre muito mais avançado hoje.

O fato é que, nos últimos anos, o Ubuntu começou a despontar como a distribuição mais popular do mundo do pinguim. Tornou-se o mascote da comunidade do software livre, e seu desenvolvimento tem unido esforços antes dispersos. O que vai acontecer com a chegada do Chrome OS? O sistema do Google vai dividir de novo a comunidade do software livre, e o efeito “cool” de Mountain View pode atrair multidões de programadores.

A Canonical, que mantém o Ubuntu, não tem nem de longe o mesmo volume de recursos que estão depositados nos cofres de Larry Page e Sergey Brin. No quesito “marketing”, a derrota é certa. Outro problema virá da relação com os fabricantes de hardware, que já começam a embarcar desesperadamente na canoa do Google. É certo que eles vão priorizar Mountain View. Será que o Ubuntu aguentará o tranco? Vai ser difícil. Ficarão apenas os voluntários realmente engajados.

Difícil entender pro que o Google, que se diz uma empresa boazinha, não se dedicou exclusivamente a melhorar a distribuição da Canonical. Não faria todo o sentido para quem defende a paz mundial e o bem-estar de todos os usuários? Mas, pensando bem, não é tão complicado deduzir por que isso ocorreu. Forçar as pessoas a fazer tudo pela web – o objetivo final do Chrome OS – é um jeito de garantir que a fonte de dinheiro dos anúncios continue a fluir, com cada vez mais força.

INFO ONLINE