quarta-feira, 13 de maio de 2009

Em resposta ao Twitter, Google traz resultado de buscas em tempo real

Usuário agora pode limitar período em que resultados entraram na web.

Novidade faz parte de pacote de anúncios feitos pela empresa nesta terça.
O Google anunciou nesta terça-feira (12) a oferta de novas alternativas para melhorar os resultados das buscas virtuais.
Uma das principais novidades, já disponível no sistema, é a possibilidade de os internautas limitarem o tempo em que as informações foram publicadas na internet – ao clicar em “Show Options”, na página em inglês, é possível visualizar os resultados recentes, das últimas 24 horas, da última semana ou do último ano.

A possibilidade de acesso a conteúdo em tempo real representa uma resposta ao serviço de microblog Twitter, que já oferece esta alternativa. Ao fazer uma busca no Twitter Search, o usuário consegue visualizar tudo o que foi postado no site, sobre determinado assunto, nos últimos dias. O Google também permite que o usuário tenha acesso somente a conteúdo de determinadas categorias (vídeos, fóruns e análise) ou organizado em diferentes formatos e linha do tempo.

“O Search Options reúne diversas ferramentas que permitem a você separar os resultados e gerar diferentes pontos de vista para encontrar o que você procura de maneira rápida e fácil. A alternativa ajuda a resolver um problema que pode ser: que pergunta devo fazer?”, explicou o Google, no anúncio oficial.
No forno
Outra novidade, chamada de “Google Squared”, é uma ferramenta que apresentará os sites relacionados às buscas em formato de planilha – prevista para o mês que vem, essa opção tem como objetivo facilitar a visualização dos resultados.

G1

Intel recebe multa recorde da UE por truste

BRUXELAS - A Comissão Europeia aplicou uma multa recorde de 1,06 bilhão de euros à Intel por causa de descontos ilegais e outras práticas mantidas pela fabricante de chips para prejudicar sua concorrente AMD.
“A Intel desrespeitou milhões de consumidores europeus ao deliberadamente tentar afastar competidores do mercado de chips de computadores durante vários anos”, afirmou Neelie Kros, membro da CE, nesta quarta-feira (13/05).
O órgão executivo do bloco europeu explicou que a Intel pagava fabricantes de computadores para adiar ou cancelar estreias de produtos que utilizavam componentes da AMD e dava descontos às companhias que preferissem ou somente trabalhassem com seus chips. Além disso, a Intel pagava varejistas para comercializar apenas computadores com chips da marca.
A Comissão exigiu que a Intel “interrompa imediatamente suas práticas ilegais.” Porém a companhia poderá continuar oferecendo descontos, já que esta é uma estratégia considerada legal.
A multa determinada para a violação da Intel é a maior já imposta a uma única companhia, excedendo em 896 milhões de euros a penalidade aplicada à fabricante de vidros Saint-Gobain no ano passado e em 497 milhões de euros a multa que a Microsoft recebeu em 2004 por abuso do seu domínio do mercado de programas de computador.
Foram analisadas práticas mantidas desde 2002 pela Intel e a CE acrescentou que a Europa responde por 30% do mercado de 22 bilhões de euros no qual a companhia opera.

Reuters

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Designer coloca zíper em fone de ouvido

Produto ainda conceitual de Ji Woong foi divulgado pelo ‘Yanko Design’.
Usuário abre zíper na hora de ouvir música e o fecha na hora de guardar. Produto conceitual foi divulgado pelo site 'Yanko Design'.
Usuário pode controlar, no próprio fone, o volume da música.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Falha no ODF do Office provoca bate-boca

SÃO PAULO – Microsoft e defensores do formato ODF travam polêmica em torno de uma falha existente na recente implementação do formato ao Office 2007.
Liberado há poucos dias, o Service Pack 2 do Office 2007 incorporou o ODF, padrão de arquivos aprovado pela ISO e apoiado pelos defensores do código aberto e empresas como a IBM. Um ano atrás, esse grupo já se havia envolvido em acirrado debate contra o Open XML, formato rival proposto pela Microsoft. No final, O Open XML, mesmo com as críticas, também se tornou padrão ISO.
O terreno, portanto, já não era dos mais amistosos. Agora, a Microsoft incorpora o ODF 1.1 ao Office e surge uma falha. Os defensores do padrão dizem que o problema é da empresa de Redmond. Esta devolve a bola, alegando que a falha está no próprio ODF.
Em seu blog, Rob Weir, arquiteto-chefe do ODF na IBM, diz que o Excel apresenta problemas como perda de dados ao ler planilhas ODF salvas no OpenOffice. Ele explica que o programa da Microsoft usa um procedimento para salvar as fórmulas das planilhas que não é compatível com o ODF 1.2.
Outro blog, o void life (void), vai mais longe: afirma que o problema corresponde a um golpe da Microsoft para fragmentar o ODF e levar o usuário a usar somente o MS-Office. Conforme o texto, as planilhas ODF abertas no Excel tornam-se ilegíveis para qualquer outro programa que trabalhe com o formato, exceto o Excel.
A resposta da Microsoft veio logo depois, assinada por Doug Mahugh, responsável pela interoperabilidade do MS-Office. Num longo artigo, Mahugh assevera que o problema era previsível e o pessoal do ODF já havia sido alertado para isso há quase três anos. Diz também que se a falha vai ser corrigida na especificação ODF 1.2, esta ainda não está disponível, portanto não pode ser considerada.

Info Online

O futuro do jornalismo, segundo o Google

Marissa Meyer: a VP de Produto de Busca e Experiência do Usuário foi a porta-voz do Google no Senado americano

SÃO PAULO – Na tarde de ontem (6), a Vice-Presidente de Produto de Busca e Experiência do Usuário, Marissa Meyer, discursou perante o ‘Senate Subcommittee on Communications, Technology, and the Internet’ sobre as inovações que a empresa pode oferecer para manter vivo o jornalismo.
Diante das acusações de algumas grandes corporações da comunicação online que acusam o Google News de parasitismo, a porta-voz da empresa defendeu o sistema, sob a alegação de que o recurso provê apenas duas linhas da notícia e a redireciona para o link original.
“Juntos, Google News e a busca do Google disponibilizam um valioso serviço gratuito para os jornais online, especificamente, enviando leitores interessados aos seus sites, a uma taxa de mais de 1 bilhão de cliques por mês. Jornais usam este tráfego da web para aumentar o número de leituras e gerar receita adicional”, declarou Marissa.
A VP ainda diz que ativar as próprias notícias nas buscas e no agregador de notícias é algo opcional, que pode ser desfeita com o comando “robots.txt”.
O discurso inteiro pode ser conferido pela internet, num arquivo em PDF, em inglês. Durante algumas passagens, Marissa Mayer também discute as diferenças do modo como o profissional de um veículo da web deve tratar o que escreve em comparação ao de publicação impressa, sugerindo que, mesmo sendo mais dinâmico, o jornalismo da internet tem que ter notícias correlacionadas:
“Quando produz um artigo online, o publicador deve assumir que um leitor pode estar visualizando somente aquele artigo, independente do resto da publicação. Para fazer um artigo eficaz, o site requer um contexto suficiente para leitores de primeira viagem, enquanto publica as informações mais recentes para os seguidores da notícia. Isso também exige uma abordagem diferente para monetização: cada artigo deve ser auto-sustentável”, diz Marissa Meyer.

Info Online

Uso de IDEs para o desenvolvimento Web

Falar de IDEs (Ambientes integrados de desenvolvimento) é muitas vezes mais polêmico que falar sobre as próprias linguagens de programação. E como não quero aumentar isso ainda mais, não vou escrever sobre qual é melhor ou pior, vou apenas descrever um pouco do que acho sobre duas que considero as principais delas. Apesar de ajudar - e muito - quando já se sabe programar, pode atrapalhar bastante usá-las quando se está aprendendo, mas isso vai de cada pessoa e também não é esse o objetivo do artigo.
O uso de IDEs para desenvolvimento é muito praticado hoje em dia, principalmente para se trabalhar em agências ou software houses, com produção em grande escala, diversas pessoas no projeto etc. Vou falar especificamente das IDEs Eclipse e NetBeans por serem gratuitas e também por serem as mais utilizadas nos dias de hoje, principalmente com Java.
NetBeans
Foi desenvolvida pela Sun e é mantida pela comunidade open source. Ela foi feita de Java para Java. É muito utilizada para desenvolvimento de Java para Web, apesar de também ser muito útil para desenvolvimento enterprise e aplicações java para desktop. Possui os principais recursos de uma boa IDE, tais como depuração avançada em tempo de desenvolvimento, deixando os pontos com falhas de digitação, ou variáveis não declaradas, falta de chaves ou colchetes, importações de bibliotecas necessárias automaticamente etc.
A NetBeans é considerada relativamente fácil de usar e que acelera bastante o desenvolvimento e testes, já que possui um servidor de aplicação embutido, o contêiner Tomcat, ou seja, não precisamos nos preocupar com o ambiente local para desenvolvimento e testes, basta uma tecla e a sua aplicação estará rodando. Com todos esses recursos vindo por padrão na sua instalação, não poderia deixar de ser, o NetBeans é relativamente pesado (lembrando que 'pesado' pode ser leve em muitas máquinas hoje em dia. A maioria dos jogos de hoje são mais pesados que a IDE, isso para se ter uma comparação). Mas, como disse, para quem não gosta de configurar muitas coisas, gosta de praticidade e necessita de um ambiente completo para desenvolver, principalmente para web, o NetBeans é uma ótima escolha.
Para baixar a IDE basta entrar no site: http://www.netbeans.org
Eclipse
É uma boa opção para aqueles que gostam de ter seus aplicativos configurados à sua maneira, como faz muito bem o navegador Firefox, que vem crescendo a cada dia por ser bem adaptável ao estilo de seu usuário.
O Eclipse foi feito em Java, mas é largamente usado por programadores de outras linguagens, tanto server-side como client-side, tais como PHP, XML, XHTML e Javascript. Foi inicialmente desenvolvida pela IBM e depois liberada para a comunidade do software livre.
A característica principal do Eclipse é que é baseada em plugins, ou seja, numa mesma empresa podem ter pessoas usando um determinado plugin enquanto outra pessoa pode estar utilizando outro totalmente diferente para a mesma coisa, mas ambos usando Eclipse. Para programar Java para a Web, por exemplo existe o WTP (Web Tools Plataform).
No site do Eclipse existem algumas versões completas com kits que já são opções completas para determinados projetos. São versões da IDE mais alguns plugins mais indicados.
O site do projeto pode ser visto em http://www.eclipse.org
Uma coisa bem legal das duas é que podem ser baixadas tanto para Linux como para Mac ou Windows.
Já que essas duas IDE's são gratuitas, vale a pena dar uma testada nas duas para avaliar qual é melhor para o seu gosto.

Imaster

Faça QR Code com a ajuda do Google

Confira as instruções para criar esses códigos bidimensionais com a edição de uma URL do Google

QR Codes são codigos bidimensionais capazes de armazenar mais informações que os códigos de barras convencionais. A tecnologia surgiu no Japão e é muito popular por lá. Inicialmente, esses códigos de resposta rápida ficavam restritos ao uso corporativo, em atividades como controle de logística. Agora, a tecnologia começa a aparecer em campanhas publicitárias, serviços de informações e outras aplicações de interesse mais amplo. O aumento da presença da tecnologia está ligado ao crescimento do número de smartphones e celulares capazes de ler esses códigos.

Uma forma rápida de montar um QR Code é usar a interface de programação de gráficos do Google. Vamos partir do exemplo abaixo:
http://chart.apis.google.com/chart?cht=qr&chl=http://www.info.abril.com.br&chld=l&chs=300x300.

Nesta URL, devemos indicar valores para quatro parâmetros. Em cht, use qr para indicar o tipo de gráfico que será um QR Code. Em chl, tecle o texto que será transmitido pelo QR Code, que deve estar no padrão UTF-8. Em chld é definida a correção de erros, com as letras L, M, Q e H indicando níveis crescentes de correção (com mais dados no QR Code, por consequência). Por fim, chs indica o tamanho da imagem gerada pelo serviço.

<> Saiba mais sobre QR Code em Aponte a câmera para o QR Code.

Info Online