quinta-feira, 16 de abril de 2009

TDD (Test Driven Development) em ASP/VBScript

Este artigo trata de uma idéia que acredito ser um dos conceitos-chave da programação moderna. Quando escrevo programação moderna, estou me referindo às metodologias que reapareceram com nomes bonitinhos e muita força durante a segunda metade dos anos 90 e início do século 21 em resposta aos burocráticos, lentos e pesadamente regulamentados métodos em vigência na época. São exemplos delas: ASD(Adaptive Software Development), DSDM (Dynamic Systems Development Method), Scrum, XP(Extreme Programming) e companhia.

Leia mais sobre o assunto em:

http://imasters.uol.com.br/artigo/12388

imaster

Aceleração Wan, tendência que veio pra ficar.

Descrito no Gartner como umas das 3 tendências que terão destaque em 2009, as empresas vêm apostando no desenvolvimento de tecnologias de otimização e aceleração Wan.

O motivo para isso é simples: As redes locais (LANs) atualmente suportam velocidades na casa dos 10 Giga, mas a grande maioria das WANs tem sua banda limitada na casa dos 45 Mbps (T3) ou 34 Mbps (E3). Velocidades maiores - como STM-1 (155 Mbps) - até podem ser disponibilizadas, mas quando o assunto é banda WAN, cada megabit custa, e muito! O problema é que as aplicações evoluem e, com elas, a demanda por velocidades de transmissão aumentam cada vez mais. Chegamos então à questão: como disponibilizar mais banda, porém sem gastar muito mais dinheiro?

Aceleradores WAN permitem contornar as limitações mencionadas acima, permitindo transferências mais rápidas e eficientes e com uma menor taxa de perda de pacotes, sem que seja necessário contratar mais largura de banda. Estes dispositivos trabalham comprimindo e armazenando (caching) os dados, alterando parâmetros do TCP e implementando políticas de qualidade de serviço (QoS) para aumentar a eficiência no processo de transmissão de dados. Alguns fabricantes alegam que seus dispositivos chegam a aumentar a capacidade de transmissão em até 1000 vezes.

Basicamente, os aceleradores baseiam-se no armazenamento (caching) e poderosos algoritmos de compressão para fazer seu trabalho. Mas a manipulação do cabeçalho TCP também é peça-chave neste processo de otimização. Lembremo-nos de que o TCP foi criado há mais de 20 anos e, na época, as necessidades de transmissão e a qualidade das redes era muito diferente das de hoje. Os aceleradores alteram propriedades do TCP para adequá-lo à realidade das redes de hoje. Isso torna o processo de transmissão extremamente eficiente e resulta nos ganhos anteriormente mencionados.

Os aceleradores WAN são colocados em cada ponta do link WAN. São necessários ao menos 2, já que os cabeçalhos são alterados e os dados comprimidos e, sem um dispositivo que possa entender os dados alterados que chegam na outra ponta, estes tornam-se ilegíveis para equipamentos convencionais (como routers ou PCs). Atualmente, temos cerca de 10 grandes players neste jogo de bilhões de dólares: A10 Networks, Riverbed Technology, Cisco Systems, Blue Coat Systems, Citrix, Exinda Networks, Intelligent Compression Technologies (ICT), Juniper Networks, Expand Networks, Nortel Networks.

A grande vantagem de se utilizar aceleradores é que, mesmo sendo equipamentos um pouco caros, em muito pouco tempo temos o retorno do investimento (ROI), já que não temos um aumento no custo recorrente (banda).

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quarta-feira, 15 de abril de 2009

MS solta pacote de correções de abril

SÃO PAULO – A Microsoft publicou nesta terça-feira, 14/4, oito boletins de segurança, que corrigem falhas em vários produtos, em especial no Windows e no Office.

Dos oito boletins, cinco corrigem erros críticos e referem-se a falhas que, exploradas, permitem a execução remota de código na máquina vulnerável. Dois outros correspondem a falhas classificadas como importantes e um como moderado.

Para obter os detalhes sobre os boletins (descrições técnicas, lista do software afetado e endereços de download), vá ao site de segurança da Microsoft.

Info Plantão

terça-feira, 14 de abril de 2009

Anatel regulamenta internet banda larga pela rede elétrica

Sistema já está sendo testado em cinco estados.
Anael estuda regras de exploração do serviço.
Internet de banda larga é a internet dos sonhos de todo internauta, mas até agora ela é cara e não está disponível em todos os lugares. Mas a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) regulamentou nesta segunda-feira (13), a internet banda larga poderá chegar à sua casa de um jeito muito fácil: pela tomada de luz.

O analista de sistemas Jefferson Teixeira depende da internet para trabalhar, mas desde que se mudou para a casa nova em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio, não conseguiu ter o serviço de banda larga. Já são três meses de tentativas. E se houvesse internet na tomada da energia elétrica?

"Acho que seria a solução porque poderia colocar em qualquer parte da casa", diz Teixeira.
O sistema já existe e foi regulamentado nesta segunda pela Anatel. Funciona mais ou menos como uma TV a cabo. A empresa que fornece o serviço de internet libera o sinal para rede de energia elétrica. Esse sinal viaja pelos fios até a casa do usuário. Lá ele vai precisar de um aparelho, ligado a qualquer tomada da casa, que vai permitir o acesso à internet em alta velocidade.

No Brasil, o sistema já está sendo testado em Barreirinhas, no Maranhão; em Goiânia; São Paulo; Santo Antônio da Platina, no Paraná e em Porto Alegre.

O internauta brasileiro vai ter que esperar um pouco mais essa nova internet, que só vai estar disponível depois de um acordo entre as empresas de telecomunicações e as concessionárias de energia elétrica. A Anael (Agência Nacional de Energia Elétrica) já está estudando o assunto para criar as regras de exploração do serviço.

Em São Paulo, o engenheiro Clinton Namur é uma das pessoas que participaram do teste da internet via rede elétrica. Ele pode acessar a web na cozinha ou, se preferir, também na sala. É só plugar o computador em qualquer tomada da casa. A conexão também ficou mais rápida.

G1

Mininova comemora ´mais um bilhão´

SÃO PAULO – Um dos sites de BitTorrent mais visitados do mundo, o Mininova, quebrou um recorde de downloads no dia de hoje (13). Há poucas horas, a marca de 8 bilhões de downloads foi ultrapassada.

No ar desde o primeiro mês de 2005, o Mininova é um dos 100 sites mais visitados da internet. Para evitar ou diminuir problemas com a lei, a hospedagem das páginas permanece na Holanda, mas, ainda assim, enfrenta problemas com a justiça.

Em maio, irá a julgamento por disponibilizar links para conteúdos que desrespeitam os leis autorais, por ação de uma empresa local.

O Mininova, porém, em março, divulgou um novo recurso a fim de ajudar os artistas a distribuir e rentabilizar seus trabalhos. A expectativa é que o site chegue a 10 bilhões de torrents até o fim do ano.

info online

quinta-feira, 9 de abril de 2009

A Revolução Digital, dez anos depois de Matrix

Como em todas as grandes revoluções pelas quais passou a humanidade, a Era Digital também tem seus marcos culturais, materiais, humanos. Se na Inglaterra dos primeiros tempos da industrialização o grande invento era a máquina a vapor, fator tecnológico decisivo para a implantação de um sistema de trabalho ininterrupto nas fábricas, a Era Digital se sedimentou com o advento da Internet, a rede mundial de computadores.

Se a Independência dos Estados Unidos, que influenciou os passos políticos de praticamente todas as demais nações do continente na luta contra metrópoles europeias, teve líderes marcantes como George Washington e Thomas Jefferson, a Revolução Digital firmou no horizonte o espaço virtual colaborativo a partir de trabalhos como a Wikipédia, criada por Jimmy Wales ou os Blogs, celebrizados a partir da maior plataforma de criação desses instrumentos, o Blogger, idealizado por Evan Williams.

Se na Revolução Francesa, por exemplo, falávamos dos pensadores iluministas e de suas obras - Rousseau, Montesquieu, Diderot e D'Alembert -, hoje nos lembramos de Larry e Andy Wachowski, criadores de Matrix. Se, ainda no contexto revolucionário francês, podemos nos lembrar das manifestações populares, das disputas entre a burguesia e os sans-cullottes, por sua vez podemos destacar o ciberativismo do século XXI, com suas manifestações globais a partir da rede, em prol do meio ambiente e de tantas lutas legítimas.

A Era Digital foi modificando as bases de funcionamento da economia. Foram estabelecidas condições para que tudo funcionasse de forma conectada, globalizada e alheia a qualquer impedimento espacial ou temporal. Os investidores financeiros operam de olho em monitores que lhes permitem acompanhar o fechamento dos negócios em Wall Street (Nova Iorque) - Dow Jones ou Nasdaq - enquanto ao mesmo tempo acompanham os rumos da Bovespa (SP), os dados de Tóquio ou ainda os mercados europeus.

Não podemos mais nos dizer cidadãos brasileiros, americanos, alemães, japoneses ou australianos. Somos todos seres globalizados, que a qualquer momento, pelas vias reais ou virtuais, se transportam para destinos próximos ou distantes. Se na França revolucionária se definiram as bases do mundo burguês, consolidando o capital como o elemento crucial ao redor do qual giram as relações humanas, o terceiro milênio, estruturado em bases virtuais e digitais, propõe e realiza o sonho da onipresença. Vivemos uma época em que é possível a noite virar dia pela web, na qual Morfeus (o mitológico deus do sono) pode ser trocado pela comunicação instantânea (via celular, Wi-Fi ou rede 3G, de qualquer lugar do mundo civilizado).

O dinheiro deixou de ser sonante, virou plástico e caminha cada vez mais para a virtualização. Recebemos salários e pagamos contas sem que nenhuma nota ou moeda tenha que passar por nossas mãos. O que era aparentemente só devaneio de escritores de ficção científica ganhou vida. Isaac Asimov, Arthur C. Clarke ou Phillip K. Dick acertaram em inúmeras de suas "previsões" literárias.

Até mesmo a política consolida suas novas bases operacionais utilizando-se do conceito de convergência das mídias e celebrando o computador e a internet como os grandes beneficiários desta nova realidade tecnológica. Barack Obama que o diga. Há, no mundo de hoje, mais de 1,6 bilhão de internautas - aproximadamente um quarto da humanidade está conectada ao mundo virtual. Nenhum outro recurso tecnológico teve tamanho impacto sobre a humanidade em tão pouco tempo.

Cabe, no entanto, refletir sobre tudo isso com mais calma e tempo do que a Era Digital nos compele a fazer. Tudo hoje é expresso, rápido, acelerado. E é exatamente neste ponto que ainda não se fez uma leitura necessária e pontual sobre o questionamento central de Matrix, produção cinematográfica que, de certa forma, inaugurou enquanto marco cultural a Era Digital.

A pílula vermelha e a azul simbolizam não apenas a revolução e o imobilismo, a mudança e a continuidade, a transformação e permanência. Seu significado vai além de simplesmente compactuar, usufruir ou utilizar os recursos da tecnologia, do mundo virtual. Exigem uma leitura analítica, detalhada e crítica, para que possamos dizer sim, não ou talvez, de acordo com nossa consciência e clareza a respeito do mundo em que estamos vivendo.

Não podemos simplesmente aderir. Não podemos ser corporificados pela tecnologia e pela Era Digital. É imprescindível compreender, selecionar, rejeitar, opinar, entrar e sair de acordo com nossas escolhas. Caso não façamos isso, o que estará acontecendo (e que já está se processando na maioria dos casos), é a escolha - ainda que inconsciente -, da pílula azul. Migramos de uma realidade analógica para uma digital, mas ainda que percebamos o impacto das tecnologias sobre nossas existências pouco ou nada mudou, apenas trocamos os tipos de ferramentas que usamos.

Se, por outro lado, resolvermos assumir nossas dúvidas, inseguranças e fraquezas, ingerindo a pílula vermelha para descobrir "até onde vai a toca do coelho", por mais dor e angústia que isso possa provocar, estaremos realmente nos posicionando e lutando por um mundo no qual a humanidade não estará abrindo mão de seu mais precioso bem, a liberdade.

A proposta presente na pílula vermelha simbólica de Matrix é a de que não sejamos apenas os bestializados, que a tudo assistem passivos, sem participação real. Que não nos tornemos os apertadores de botões que movimentam linhas de produção e ao final não compreendem o processo produtivo no qual estão inseridos. Não há arautos, profetas nem tampouco devem existir intermediários. A leitura e compreensão da Era Digital, que está diante de nós, é pessoal, intransferível, inalienável.

iMaster

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Kiss se apresenta em São Paulo

Show da banda norte americana ocorreu na Arena Anhembi.
Grupo se apresenta nesta quarta (8) no Rio.

O quarteto norte-americano Kiss fez show nesta terça-feira (7) na Arena Anhembi, Zona Norte de São Paulo. A banda se apresentou no Brasil pela última vez em 1998, durante a turnê do álbum 'Psycho circus' (último disco de inéditas da banda). Em 2008, o grupo – que atualmente conta apenas com o baixista Gene Simmons e o guitarrista Paul Stanley da formação original – lançou o ao vivo 'Kiss alive 35'. O grupo toca também no Rio de Janeiro nesta quarta (8), na Praça da Apoteose. (Foto: Daigo Oliva/G1)

Do G1, em São Paulo